Você, alguma vez, já se pegou pensando “quem sou eu?”? Há algumas questões muito importantes por trás deste questionamento. Vamos avaliá-las.

Posso me fazer esta pergunta quando:

1) Sinto que não há abertura para expressar minhas ideias.

2) Acredito que não tenho muito o que contribuir, sou muito crítica.

[CORTAR]3) Penso que minha posição não me permite dar sugestões ou perceber pontos de melhoria em outras áreas ou processos, na qual não auto diretamente.

4) Acredito que minhas ideias não sejam boas e temo o julgamento dos amigos, familiares ou colegas, tenho baixa autoestima.

Na verdade, uma equipe de alta performance, ou seja, unida, madura, resolvida, que busca resultados através dos pontos fortes de seus integrantes, não pode ter pessoas que pensem dessa forma. Uma pessoa que vê pontos de melhoria e não sinaliza pode achar que não, que o problema é do outro, mas tem tudo a ver com ela, pois os resultados da empresa são fruto de conquistas coletivas.

Tudo está relacionado, é uma engrenagem. O cliente tem contato com todos os momentos, só que nós fazemos cada um a nossa parte, temos visão parcial do que estamos, efetivamente, entregando ao cliente. Ele é quem consegue visualizar se estamos entregando ou não valor, um trabalho de qualidade. Portanto, a próxima vez que você se deparar com uma determinada situação, a mais simples ou complexa que for e esse pensamento o indagar: “quem sou eu?”, responda: “eu sou muito importante e posso fazer sim a diferença para que a minha empresa consiga ser vista como uma empresa de qualidade e que se preocupa com o resultado do que está entregando.

O viés dessa postura de envolvimento e comprometimento, de “tudo tem a ver com todos”, é que podemos enfrentar a seguinte reação: “quem é você para vir falar sobre o quê e como devo fazer?”, “quem é você que tem menos tempo de empresa e quer mudar ou dar pitaco na minha área?” Nesse momento, se o personagem senhor ego entrar em cena e falar mais alto, poderá minar as relações amigáveis, cordiais, colaborativas e construtivas. Então, uma equipe de alta performance vivencia e ouve o feedback sem dedos e melindres, e trabalha, com transparência, para eliminar essas duas posturas nocivas: “quem sou eu?” e “quem é você?”.

Uma equipe não disputa entre si, disputa unida com o mercado. Cuidar dos detalhes dos processos da empresa nos ajuda a ser mais lucrativos, a faturar mais. A grande vantagem de ser uma equipe é que temos muito mais olhos, ouvidos, mãos e cérebros pensando e olhando o todo, principalmente quando o objetivo é comum!

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