Você já leu o artigo com as 3 dicas para criar o hábito de estudar? Se ainda não leu, clique aqui e veja se elas já fazem parte da sua rotina, porque hoje temos mais três dicas, igualmente importantes para você estudar inglês!

 

1 – Pare de se preocupar demais

Quando você se preocupa, seu corpo libera hormônios de estresse. Eles acumulam gordura no seu corpo, comprometendo sua saúde. Vejo muita gente preocupada com o fato de ainda não ser fluente em inglês. E, com uma nova geração chegando ao mercado de trabalho, esse peso só aumenta.

 

Mas o que fazer para transformar preocupação em ação?

Para isso, não inclua a aprendizagem de um idioma na lista de coisas que você tem de fazer, mas das coisas que você quer fazer. Identifique o que vai acontecer de bom quando você for fluente: poderá viajar sozinho, ou levar para o exterior alguém que você ama e que não fala nada; poderá se relacionar com estrangeiros naturalmente; e, claro, terá mais chances de se dar bem em praticamente qualquer trabalho. Se você não quer nada disso e não encontra motivação (ou seja, motivos para a ação), então talvez você não precise aprender! Colocando o domínio do inglês na lista do que você quer conquistar, seu cérebro entende como prazer e não como obrigação. E a gente sempre dá um jeito de fazer o que quer e gosta, encontrando rapidinho justificativas para não fazermos o que não queremos e não gostamos. Há muitas armadilhas na jornada do aprendiz.

 

2 – Identifique quais ações do seu dia são realmente mais importantes

Se você tivesse apenas 10 minutos no dia para escolher entre tomar banho e entrar nas redes sociais, imagino que escolheria tomar banho, certo? Espero! Isso é prioridade. Como o tempo é um recurso finito e escasso, você precisa fazer escolhas, já que não dá para fazer tudo sem colocar limites de tempo para cada coisa. Então, para inserir o estudo de inglês em uma agenda apertada, divida seu tempo. Por exemplo, se tem 30 minutos livres, não se disperse fazendo só coisas irrelevantes, porque aí nunca sobra para aprender. Por isso, destine 15 minutos para estudar e 15 minutos para algo que não fará diferença na sua vida, mas que traz alegria. Nesta ordem.

Você não tem este tempo livre de 30 minutos por dia? Acorde mais cedo, use o tempo de deslocamento, almoce uma vez por semana com um amigo que fale inglês. Ou, então, leia uma notícia do Brasil em outro idioma – algum tema que você já conhece um pouco. Crie um grupo no whatsapp com amigos que também queiram se aperfeiçoar e combinem de só falar/escrever em inglês. E se não conseguir, busque um especialista em aprendizagem de idiomas para orientar você, construir uma trilha, fazer uma curadoria de conteúdos da internet. Assim, você não perde tempo com o que não funciona e acelera os resultados.

 

3 – Pense na razão pela qual você ainda não é fluente

Você tem um professor, mas não está aprendendo? Mude de professor.
Vai a uma escola, mas sente que não evolui? Então, mude de escola.
Você não é vítima, se tem a liberdade de mudar.

A mãe do ex presidente americano Barack Obama percebeu que a escola que seu filho frequentava em Jacarta, Indonesia, não era boa o suficiente, mas ela não tinha condições de mudá-lo de escola. Então, acordava o pequeno Obama às 5 da manhã (ele conta que odiava, claro) para prepará-lo para o conteúdo do dia de aula, que começaria às 7 da manhã. Intuitivamente, ela conhecia o conceito de flipped-class – quando o aluno se prepara para uma aula que ainda não foi dada, estudando os conceitos e já levando as dúvidas. Esse hábito impulsiona consideravelmente os resultados de qualquer aprendizado. Bom, ele chegou aonde chegou. O que nos faz lembrar que a vida é, em grande parte, o que fazemos dela.

 

Escrito por Rosangela Souza e publicado na coluna semanal de inglês da Revista Exame. Editado para o blog da Companhia de Idiomas.

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