• Um erro comum é o candidato acreditar que, falando pouco, estará correndo menos riscos de errar.
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  • Sem conteúdo, o avaliador terá dificuldades de identificar o nível de fluência, ou pior, poderá achar que o candidato não tem conhecimento ou fluência no idioma.
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  • O candidato não deve impor o que quer falar, pois dá a nítida impressão de que decorou ou se preparou para falar sobre aquele assunto, normalmente sua experiência.
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  • Ele deve deixar o avaliador conduzir as perguntas.
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  • Normalmente a avaliação oral de idioma estrangeiro é terceirizada. Desta forma, o avaliador não sabe detalhes do processo e, muito menos, se o candidato tem chances de passar para a próxima etapa.
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  • Portanto, o candidato não deve perguntar como ele foi no teste, se tem chances. Isso demonstra muita ansiedade e insegurança.
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  • E o avaliador, dependendo do volume de candidatos não tem tempo para feedback, mesmo que fosse permitido.
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  • O candidato deve evitar respostas decoradas, ele tem de soar natural, desenvolto, que está presente na conversa. Uma conversa é um processo criativo, uma jornada que leva as pessoas para o mundo dos pensamentos e ideias. Cuidado com os clichês e respostas prontas.
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  • Atenção para os vícios de linguagem, tais como: you know, kind of, then, so, right no inglês.
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  • Uma sugestão interessante é o candidato gravar algumas falas espontâneas, depois ouvir com o objetivo de perceber se tem algum desses vícios de linguagem e também se comete erros de gramática ou pronúncia.
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  • Pode até contratar uma escola de cursos customizados para ajudá-lo a identificar esses erros, se tiver dificuldade de fazê-lo sozinho.
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  • O ideal é tentar reduzir ao máximo os erros e a repetição de palavras, elas soam como muleta e que você não tem muita consciência do seu discurso.
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  • O candidato precisa estar sempre bem informado, inclusive para as avaliações em idioma estrangeiro. O avaliador poderá fazer perguntas sobre fatos recentes a fim de checar seu vocabulário geral.


  • As avaliações orais cobram vocabulário de negócios, para isso é importante que o candidato esteja familiarizado com alguns jargões e expressões.
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  • Em alguns processos, é possível que seja cobrado o vocabulário específico de uma dada área.
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  • Por isso, ler livros de negócios em inglês, sites especializados em notícias do mundo corporativo é recomendado.
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  • É muito comum avaliar candidatos que, mesmo tendo estudado por alguns anos o idioma estrangeiro, se comunicam, basicamente, usando o tempo presente dos verbos.
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  • Não fazem distinção se estão relatando fatos passados ou ações futuras. Isso pode causar ruídos na comunicação. Portanto, estudar os tempos verbais e tentar usá-los corretamente em seu discurso.
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  • Há muitas escolas de idiomas e várias não oferecem a carga horária necessária em sua grade para que os alunos atinjam realmente o nível avançado.
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  • Portanto, nem sempre o nível avançado de um escola é realmente esse nível quando comparado com a grade europeia CERF (Common European Framework of Reference for Languages).
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  • Essa grade é utilizada pelas consultorias de idiomas para definição do nível linguístico dos candidatos em processos seletivos. Se estiver inseguro, faça uma avaliação de proficiência.




 

Lígia Crispino é fundadora e sócia-diretora das empresas  Companhia de Idiomas e ProfCerto.
Graduada em Letras e Tradução/Interpretação pela Unibero, Business English em Boston, USA.  Possui cursos em Marketing de Serviços pela FGV,  Gestão de Pessoas pelo Ibmec,  Branding e Inteligência Competitiva, ambos pela ESPM. É analista quântica e dá palestras sobre comunicação corporativa, ensino, gestão de negócios e pessoas.

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