Existem inúmeras ferramentas tecnológicas para aprender um idioma estrangeiro, mas o segredo é entender como nosso cérebro funciona, porque se ele estiver no comando, cairemos nas seguintes armadilhas:

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Você prefere usar um notebook, tablet ou celular para anotar o conteúdo das aulas? Mais ainda: prefere tirar fotos das anotações do professor usando o seu celular?

Em um mundo no qual o teclado é quase unânime, a prática de escrever à mão, usando papel e caneta, vai se perdendo dia após dia. Não há como negar a facilidade que a tecnologia nos traz, mas, quando optamos pela comodidade, ou até pela preguiça, deixamos de lado todos os benefícios que a escrita nos traz, em especial ao nosso cérebro.

Ao tirar uma foto do conteúdo no quadro, gravar o que o professor está falando ou anotar com o teclado, conseguimos registrar tudo, mas não estamos absorvendo as informações. Quando anotamos à mão, não conseguimos pegar todas as palavras do professor. Consequentemente, temos de fazer um resumo do conteúdo em nossa mente ou usar apenas as palavras-chave. Isso nos obriga a prestar mais atenção.

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Nosso cérebro é a ferramenta mais importante no processo de aprendizagem de um idioma estrangeiro, por isso é muito importante saber como utilizá-lo bem para alcançar os melhores resultados. Ele é constituído por uma enorme rede de neurônios. Cada neurônio é capaz de se conectar a dezenas de milhares de outros neurônios, ou seja, possibilidades infinitas de conexões e, quanto mais usamos, mais aprendemos coisas novas, melhor nosso cérebro fica. Por isso, nunca é tarde para começar a estudar idiomas. Mas uma coisa pode ser novidade para você: para estudar uma nova língua, também é preciso saber aprender.

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Existem alguns problemas que são muitos comuns entre os alunos que estão estudando por meio de um curso online. Veja abaixo 4 desses problemas e algumas dicas para resolvê-los.

 

1. Resistência à mudança

Ainda há muitos alunos que não querem testar novas modalidades de cursos. Ficam presos a modelos tradicionais de ensino do idioma estrangeiro, do tipo “old school”.

As pessoas não gostam de sofrer mudanças, acham sempre mais fácil fazer do jeito que sempre fizeram. Gostam mais quando elas decidem mudar. Porém, para isso acontecer, precisam abandonar certas crenças como:

– Só vou aprender o idioma estrangeiro se tiver aulas presenciais,
– Só vou aprender se fizer aula com nativo,
– Só vou aprender quando fizer intercâmbio e por aí vai.

O aprendizado acontece quando estamos abertos para o novo e temos disciplina para realizar as aulas e o estudo autônomo, no tempo necessário para chegar ao nível de fluência desejado.

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Você tem dificuldade para se lembrar do vocabulário novo e estruturas gramaticais que aprende nas aulas? Então saiba que esquecer não é uma falha do nosso cérebro. Na verdade, esse é um processo normal e necessário. O cérebro é programado para selecionar, armazenar, resgatar e deletar informações. Esse processo de descarte é um mecanismo de defesa e de sobrevivência, uma vez que ele se livra do que não é usado, do que não precisa.

Aí que está o problema que a maioria dos alunos de idiomas enfrenta. Se não estudar a matéria vista em aula, o cérebro vai deletar, pois entende que aquilo não é relevante. Sendo assim, como fazer para o cérebro entender que aquele conteúdo novo é extremamente útil para a meta de fluência?

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Para um curso de inglês ser bem sucedido, o método deve estar alinhado com o seu perfil de aprendizado. Porque a gente sabe: se você não gosta do curso ou do professor, vai encontrar mil justificativas para não ir à aula, não estudar… e não aprender! Este sucesso depende também da sua própria disciplina e interesse – e isso tem a ver com sua motivação natural para aprender inglês. O professor, que ainda é imprescindível, dependendo do formato do curso, pode ter um papel fundamental no processo. Ou pode também atrapalhar bastante, dependendo da sua meta de fluência.

Se você tem um professor de idiomas, é hora de avaliar os cinco pontos abaixo, para saber o quanto ele vai ajudar você neste processo de aquisição de fluência.

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