“Em uma startup, você tem de overinvest em Customer Success, ou ir para o growth hacking, entendeu?”

Não!!! Mesmo que você domine o inglês, está ficando cada vez mais difícil entender orientações ou opiniões em textos, palestras, cursos, emails e reuniões sobre algumas áreas de negócio. Se você trabalha em uma empresa provavelmente já se deparou com pelo menos uma das palavras e expressões deste artigo. Dependendo da cultura da sua empresa, é melhor você não apenas saber o que elas significam, mas principalmente pensar sobre eles e usar os conceitos no seu dia a dia. Hoje coloquei aqui 10 termos que ouvi/li recentemente – alguns bem conhecidos e outros bastante novos – em frases que misturam português e inglês, exatamente como foram faladas/escritas por aí. Se você entender tudo, está bem atualizado, especialmente em temas como Marketing  e Customer Success. A frase acima? Você vai entender se ler até o fim 😉

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Que a eficiência, minha produtividade, a capacidade de executar o plano e de realizar as tarefas a mim designadas, que tudo isso não me impeça de ser sensível e perceber as reais necessidades da empresa, do cliente e do meu colega. Que a eficiência não me impeça de ser amável, de desacelerar quando preciso ter sabedoria e decisão acertada, de parar tudo para ouvir alguém com interesse genuíno.

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Estamos vivenciando um paradoxo no mercado de trabalho. Por um lado, as gerações chegando às empresas não estão encontrando o ambiente desejado para seus sonhos e habilidades. Isso porque muitas delas ainda têm uma cultura que já não apresenta aderência ao papel do trabalho em suas vidas.

Os jovens preferem seguir o caminho oposto ao dos pais, que escolhiam um curso mais tradicional, ficavam muito tempo ou a vida toda na mesma empresa e viam o trabalho apenas como um meio de pagar as contas, como o estudo dos filhos; poupar para comprar imóvel, carro; fazer passeios e viagens. Os jovens procuram propósito no ambiente profissional, querem se sentir parte de um grupo que busca resultados. Se não tiverem o que desejam, vão se desmotivar e ir atrás do que acreditam.

Por outro lado, o ambiente extremamente competitivo tem exigido mais e mais dos negócios. A fim de fazer frente ao cenário hostil, as empresas têm buscado os resultados necessários através da contratação de profissionais extremamente qualificados, mas que também não representem um alto custo para a folha. Porém, as empresas afirmam que muitos jovens, com menos de 24 anos, não têm habilidades e bagagem suficientes que justifiquem a contratação. Em parte, isso acontece por conta das falhas no sistema educacional para formação de profissionais no Brasil.

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A competição pode nos tornar pessoas irreconhecíveis, especialmente em um ambiente onde o alto nível de desempenho é constantemente cobrado.

No dia a dia das organizações, aprendemos a identificar os alvos estabelecidos, a lançar as flechas, a tentar atingir esses alvos incansavelmente. E, principalmente, a dar aquela olhadinha para a técnica e para o resultado do colega ao lado.

Precisamos parar e observar que tipo de flecha usamos, se atingimos pessoas de raspão nesta trajetória rumo ao alvo, e se precisamos mesmo nos comparar o tempo todo. Roberto Tranjan fala deste tema no livro O Velho e o Menino (que eu recomendo a leitura).

Talvez também seja hora de modular a nossa competição – impregnada devido aos anos de treinamento, reuniões e medições – e que já levou tanta gente boa ao suicídio, morte por stress, doença crônica ou a uma profunda infelicidade. Já vivemos bastante para entender que resultado financeiro nenhum vale a pena sem saúde física e mental, ética e alegria de viver.

Por isso, faça este teste – simples e curto – que foi elaborado apenas para nos inspirar a pensar sobre nosso grau de competição, e o quanto ela pode estar deteriorando nosso caráter.

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Muita gente tem estudado e falado sobre Neurociência e suas aplicações. Hoje vamos refletir sobre o quanto os seis aspectos abaixo estão relacionados ao nosso desempenho nas organizações, nossa carreira e, acima de tudo, nossa felicidade.

1. RECOMPENSAS. A maioria das pessoas age evitando ameaças ou buscando recompensas. Fazer uma coisa para ganhar algo em troca costuma ser muito motivador. A neurociência comprova que a recompensa desencadeia a produção de dopamina, um neurotransmissor ligado a foco, memória e entusiasmo. Está desmotivado? Pense em como pode criar mecanismos de recompensa para aquelas tarefas que você precisa fazer (mas que sempre deixa pra depois).

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Você pode gostar ou não da Beyoncé, com uma coisa você vai concordar: ela consegue ter altíssimo desempenho em tudo o que faz. E consegue o mesmo de seu time, o que é sempre mais difícil.

O Eduardo Briceño, da Mindset Works, diz que a Beyoncé consegue isso porque trabalha sempre alternando dois objetivos: o do aprendizado e o do desempenho.

Mas você sabe o que isso quer dizer?

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