Some, any e no são 3 palavras que muitos estudantes de inglês costumam confundir a hora correta de utilizá-las.

O uso delas é muito parecido, mas, ao mesmo tempo, são completamente diferentes. Dependendo do contexto elas podem significar algum, alguma, qualquer, nenhum, etc. Por isso, cuidado pra não trocar some por no e dizer o oposto do que pretendia!

Mas entender quando usar cada uma delas não é uma tarefa difícil. Na verdade, é só você observar se a frase é uma pergunta, uma frase afirmativa ou uma frase negativa.

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Estamos vivenciando um paradoxo no mercado de trabalho. Por um lado, as gerações chegando às empresas não estão encontrando o ambiente desejado para seus sonhos e habilidades. Isso porque muitas delas ainda têm uma cultura que já não apresenta aderência ao papel do trabalho em suas vidas.

Os jovens preferem seguir o caminho oposto ao dos pais, que escolhiam um curso mais tradicional, ficavam muito tempo ou a vida toda na mesma empresa e viam o trabalho apenas como um meio de pagar as contas, como o estudo dos filhos; poupar para comprar imóvel, carro; fazer passeios e viagens. Os jovens procuram propósito no ambiente profissional, querem se sentir parte de um grupo que busca resultados. Se não tiverem o que desejam, vão se desmotivar e ir atrás do que acreditam.

Por outro lado, o ambiente extremamente competitivo tem exigido mais e mais dos negócios. A fim de fazer frente ao cenário hostil, as empresas têm buscado os resultados necessários através da contratação de profissionais extremamente qualificados, mas que também não representem um alto custo para a folha. Porém, as empresas afirmam que muitos jovens, com menos de 24 anos, não têm habilidades e bagagem suficientes que justifiquem a contratação. Em parte, isso acontece por conta das falhas no sistema educacional para formação de profissionais no Brasil.

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Politics, political e policy são três termos que costumam ser confundidos por estudantes de inglês. E não podemos nos esquecer de mencionar também police (polícia).

Se você também tem dificuldades para lembrar a diferença entre eles, veja abaixo as definições, leia os exemplos e depois tente completar as frases.

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Ouvir e entender o que um nativo está dizendo costuma ser uma das maiores dificuldades para os alunos de inglês. A velocidade da fala de um nativo é bem rápida, e para dificultar um pouco mais, você pode ouvir algumas gírias, e se você não estiver preparado para elas, pode ter dificuldades.

Lembro que uma vez eu li o relato de uma professora que havia se preparado por vários anos e, em sua primeira viagem aos Estados Unidos, foi a uma lanchonete, pediu um refrigerante, e ficou sem reação quando a garçonete respondeu “wanna a straw?”.

E isso pode acontecer com professores, alunos, com todo mundo! Por isso, é importante que você conheça algumas gírias muito populares, que já fazem parte do dia a dia em inglês. Mas atenção: elas só são usadas na linguagem falada e na Internet. Cuidado para não usá-las durante uma reunião ou quando estiver escrevendo um email!

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As pessoas têm conversado muito sobre empreendedorismo e algumas organizações têm incentivado as pessoas a empreender. O texto abaixo foi adaptado do artigo “What type of entrepreneur are you?” e descreve, em inglês, os diferentes tipos de empreendedores.

Leia o texto abaixo e descubra qual é o seu perfil empreendedor, ao mesmo tempo em que pratica o seu conhecimento em inglês.

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A competição pode nos tornar pessoas irreconhecíveis, especialmente em um ambiente onde o alto nível de desempenho é constantemente cobrado.

No dia a dia das organizações, aprendemos a identificar os alvos estabelecidos, a lançar as flechas, a tentar atingir esses alvos incansavelmente. E, principalmente, a dar aquela olhadinha para a técnica e para o resultado do colega ao lado.

Precisamos parar e observar que tipo de flecha usamos, se atingimos pessoas de raspão nesta trajetória rumo ao alvo, e se precisamos mesmo nos comparar o tempo todo. Roberto Tranjan fala deste tema no livro O Velho e o Menino (que eu recomendo a leitura).

Talvez também seja hora de modular a nossa competição – impregnada devido aos anos de treinamento, reuniões e medições – e que já levou tanta gente boa ao suicídio, morte por stress, doença crônica ou a uma profunda infelicidade. Já vivemos bastante para entender que resultado financeiro nenhum vale a pena sem saúde física e mental, ética e alegria de viver.

Por isso, faça este teste – simples e curto – que foi elaborado apenas para nos inspirar a pensar sobre nosso grau de competição, e o quanto ela pode estar deteriorando nosso caráter.

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