David Fincher – aquele que adaptou House of Cards para a versão americana – mergulha agora no aspecto psicológico de pessoas que se tornaram muito perigosas para a sociedade. A série Mindhunter é baseada no livro homônimo, que, por sua vez, conta a história real do agente do FBI John Douglas. Tem mais diálogos inteligentes do que ação (o que é ótimo para praticar inglês), então alguns vão amar, e outros vão amar odiar. Tendo ou não planos de assistir, vale estudar algumas dicas de inglês de diálogos tirados do trailer.

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Vamos ser honestos?

O maior obstáculo para adquirir fluência em inglês não está exatamente no professor, na escola ou na metodologia. É fato e todo mundo sabe que o aluno sempre aprende, de um jeito ou de outro. Tem gente que aprende até sem escola. Claro que escolas e professores de qualidade aceleram o processo, assim como escolas e professores ruins fazem com que seus alunos levem anos para chegar no nível “quase intermediário”. Isso todo mundo sabe, todo mundo tem um amigo que estuda, estuda mas não evolui.

É hora de aceitar que os dois maiores responsáveis pela fluência em um idioma são bem conhecidos, mas que a gente sempre esquece: engajamento e motivação.

Você pode até se perguntar “mas engajamento e motivação não são praticamente a mesma coisa?”. Não são, não.

Vamos falar primeiro de engajamento. Pense na seguinte situação:

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Visão Estratégica, ou “saber se preparar para os próximos anos” é algo extremamente difícil para qualquer empresa.

No Brasil, mais difícil ainda. Vemos todos os dias notícias que mudam o comportamento do consumidor, aumentando ou diminuindo as incertezas e o medo do que pode vir.

A ExpoDisney, realizada em São Paulo em agosto 2017, trouxe como um dos palestrantes o Senior Manager/Finance da Walt Disney Company, Yonatan Politi. A palestra foi sobre o jeito Disney de realizar sua Visão Estratégica (ou Strategic Foresight: Como a Disney se prepara para os próximos 30 anos).

Mesmo em ambientes complexos e incertos, se não pensarmos no assunto, se não nos prepararmos para o futuro, seremos reféns dele. Tudo muda o tempo todo e, se ficarmos apenas ocupadíssimos com o nosso presente desafiador, podemos ter um futuro bem complicado.

Coloquei aqui alguns pontos abordados pelo Yonatan na palestra, para nossa reflexão. Nossa reflexão e não apenas sua! Como fundadora e sócia-diretora da Companhia de Idiomas, também trabalho no presente, garantindo o encantamento dos clientes com um time super qualificado e motivado. Mas principalmente trabalho no futuro, planejando a empresa, com serviços que o cliente nem sabia que queria, mas, quando conhece, percebe que era tudo do que ele precisava. Isso é inovação disruptiva em negócios maduros, não apenas em startups.

Mas vamos aos aprendizados e reflexões sobre nossas empresas e nossas carreiras:

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