Ads ou Influencers?   Storytelling ou Storyselling? 

Nós consumidores somos impactados por milhares de marcas todos os dias. O profissional de Marketing Digital, por sua vez, precisa descobrir e mudar de estratégias rapidamente, para ter sua marca lembrada por nós. 

 

Como essa área de Comunicação Digital é cheia de palavras em inglês, conhecer os termos aumenta as chances de você entender aquela reunião com profissionais da área em sua empresa, e ainda amplia seu repertório em inglês para negócios. Falamos sobre o tema no artigo: 6 Expressões de Marketing 

Neste artigo, vamos ver algumas estratégias conhecidas, mas que ainda estão sendo usadas em muitas empresas.  E também aquelas estratégias mais inovadoras, que já começam a ser incorporadas.

Todos os termos estão em inglês, para você aprender ou relembrar. 

Storytelling x Storyselling

ANTES: Storytelling 

Muitas marcas já emocionam as massas há décadas, contando estórias, com o objetivo de se posicionarem e, acima de tudo, de não serem esquecidas, já que memória e emoção caminham juntos. Quem não conhece a expressão:  To learn by heart (saber algo “de cor”)
AGORA: Storyselling
No storyselling a estratégia é diferente, pois parte do “bottom-up reasoning” (ou “raciocínio de baixo para cima”). Por exemplo, criar campanhas usando estórias das experiências de cada consumidor, aproveitando as especificidades de cada canal, de cada rede social. Bem diferente de um profissional qualificado escrevendo textos publicitários para as massas segmentadas em target (público-alvo). 
 
Newsletter x Apps
ANTES:  Newsletter
Essa todos conhecem!  Comunicação por escrito, dirigida a um certo grupo de pessoas, uma espécie de boletim informativo, enviado geralmente por email. Para não ser considerada spam (emails indesejáveis), a pessoa que recebe deve ter autorizado o envio ou deve ter a escolha de opt-out (poder comunicar que não quer receber mais, e ser obedecido!)
AGORA: Apps
Um software desenvolvido para ser instalado em um celular, por exemplo. A sigla “app” se tornou tão popular que foi escolhida a “Palavra do Ano” pela American Dialect Society, em 2010.   Atualmente, muitas empresas investem nos apps para divulgação de seus produtos e serviços, e, aos poucos, vão deixando as newsletters de lado. 

E-commerce x Marketplace
ANTES:E-commerce
Comércio eletrônico, ou uma modalidade de comércio por meio de plataformas e dispositivos eletrônicos. Uma maneira fácil de vender, via e-commerce no próprio site ou via outros canais.
AGORA:Marketplace
Ambiente de varejo online onde diversas marcas ofertam seus produtos e serviços em um único local.  Reunir empresas concorrentes ou não em uma mesma vitrine pode fortalecer todas elas. O consumidor não tem tempo de entrar no site de cada companhia aérea, cada hotel ou cada atração quando viaja para  uma determinada cidade. Ele quer comparar em um único lugar, de preferência já lendo as avaliações de outros consumidores. 

Ads x Influencer
ANTES: Ads
Advertising, ou a criação e compra de espaços na mídia, com a finalidade de vender uma marca, produto ou serviço.
AGORA: Social media influencer marketing
Um “influencer” (um youtuber, snapchatter, blogger ou subcelebridade mesmo) pode alcançar um número de consumidores para a sua marca que sua equipe inteira de marketing não conseguiria.  A linha tênue entre propaganda e a ação dos influencers nos deixa ainda perplexos com a capacidade desses últimos de movimentar os brand’s target buyers. (público-alvo de uma marca).

Conhece algum outro termo em inglês usado no marketing? Comente o artigo!


FONTES: 
Michaelis
marketingtecnologico.com
phenomblue.com

Escrito por Rosangela Souza. Publicado em 31/08/16  na coluna semanal da Exame.com. Editado por Rosangela Souza para o blog da Companhia de Idiomas.  


Rosangela Souza é fundadora e sócia-diretora da Companhia de Idiomas e da ProfCerto. Também é professora de técnicas de comunicação, gestão de pessoas e estratégia no curso de Pós-Graduação ADM da Fundação Getulio Vargas.

E se você quer se aprofundar neste assunto, fale com a gente. A Companhia de Idiomas tem professores que vão até a sua casa ou empresa. Fale com: 

Se você trabalha com economia e finanças, é importante completar a sua formação em inglês com o vocabulário específico da área. Neste quiz, elaborado por Lígia Crispino, sócia-fundadora da Companhia de Idiomas, você terá a oportunidade de testar seus conhecimentos no assunto. Confira:

1. The economy will be_____________ soon.

a) back on trail

b) back on track

c) back on line

d) back on trek

2. The government _____________ to provide more _______________ for the ___________ class.

a) pledged / taxi breaks / medium

b) plagued / tax brakes /  middle

c) pledged / tax breaks /  middle

d) pleaded / tax brakes /  medium

3. If an industry is “_________________”, it means that it is not doing too well financially.

a) illing

b) hailing

c) healing

d) ailing

4.She worksas a ____________with alcoholics 
_______________.

     a) social assistant  /  in skid row
     b) social worker  /  on hang tough
     c) social assistant / in hang tough
     d) social worker  / on skid row



5. The unemployment rate has not been holding ______________ in Brazil over the last two years.
     a) steady
     b) stiff
     c) sturdy
     d) stand



6. Ford ______________  10,000 jobs at its main plant in Chicago.
     a) plan to curtail
     b) plans to cut
     c) plans to let loose
     d) plan to get rid of

7. This company’s debt _____________________ is pretty high.               a) debt load
    b) debit management
    c) debt consolidation
    d) debit load

8. It seems that no matter how much ________________ our government does, the __________________ basically means that life will continue to be difficult for many people.         a) number crushing / budget freeze
     b) number crashing / budget frizz
     c) number crunching / budget squeeze
     d) number crossing / budget sneeze

9) Those ___________ somehow manage ________________ their promises.          a) on charge / to weasel from
    b) on charge / to weasel off
    c) in charge / to weasel out
    d) in charge / to weasel out of

10.  It often looks like the world is _________________ these days.
    a) going down the drain
    b) going down the well
    c) falling down the mud
    d) going down the river

 


Respostas:
1.(b) back on track/ 2. (c) pledged-tax breaks-middle/ 3. (a) ailing/ 4. (d) social worker – on skid row/ 5. (a) steady/ 6. (b) plans to cut/ 7. (a) debt load/ 8. (c) number crunching / budget squeeze/ 9. (d) in charge / to weasel out of / 10. (a)  going down the drain


Escrito por Lígia Crispino. Publicado em 27/08 na coluna semanal da Exame.com. Editado por Lígia Crispino para o blog da Companhia de Idiomas.


Lígia Velozo Crispino, fundadora e sócia-diretora da Companhia de Idiomas e do ProfCerto. Graduada em Letras e Tradução pela Unibero. Curso de Business English em Boston pela ELC. Coautora do Guia Corporativo Política de Treinamento para RHs e autora do livro de poemas Fora da Linha. Colunista dos portais RH.com, Vagas Profissões e Revista da Cultura. Organizadora do Sarau Conversar na Livraria Cultura.

E se você quer se aprofundar neste assunto, fale com a gente. A Companhia de Idiomas tem professores que vão até a sua casa ou empresa. Fale com: 

roselicampos@companhiadeidiomas.com.br


Você pode pensar “mas ela vai querer falar de plural com tantos temas difíceis em inglês?” O plural em inglês pode até parecer fácil, pois basta acrescentar o S para muitas palavras. 

 

Só que há várias regras que dependem da terminação das palavras e, obviamente, exceções. Ainda há palavras que não são usadas no plural. Por tudo isso, há muitos erros envolvendo esse ponto gramatical. Até o vice-presidente americano Dan Quayle passou por uma situação constrangedora, em 1992, ao visitar uma escola e corrigir a ortografia da palavra potato no singular, escrita por um aluno de 12 anos. Ele acrescentou a vogal E que só é usada no plural, escrevendo potatoe (sic).

1) Quando as palavras terminarem em Y precedido por consoante, o Y se transforma em IE

Singular

Plural

Tradução

body

bodies

corpo

city

cities

cidade

country

countries

País

 
As que terminarem em Y precedido por vogais, acrescentamos apenas o S.
 
2) Palavras terminadas em O recebem o ES no plural
 

Singular

Plural

Tradução

echo

echoes

eco

hero

heroes

Herói

 
Neste caso, há exceções de palavras terminadas em O e só precisam do S para formar o plural. Elas estão relacionadas à forma reduzida de palavras e aquelas de origem estrangeira:
 
Só que também há palavras terminadas em O que aceitam as duas formas de plural:

 

Buffalo buffalos / buffaloes

Tornado tornados/ tornadoes

Mosquito mosquitos / mosquitoes

 

 
3) Palavras terminadas em S, SH, CH, X e Z também recebem ES

Singular

Plural

Tradução

bus

buses

Ônibus

glass

glasses

vidro

ash

ashes

cinza


Exceções
– Há palavras terminadas em apenas um Z que drobram a consoante, como: quiz – quizzes. A palavra buzz já tem dois Z, buzz – buzzes (zunido, barulho)

– Palavras terminadas em ch com som de /K/, acrescenta-se apenas S

conch conchs (concha) 

monarch monarchs (monarca)

patriarch patriarchs (patriarca)
 

4) A maioria das palavras terminadas em F ou FE tem o seu plural acrescentando-se o S apenas. Porém, 13 palavras não, precisamos fazer o plural, mudando o F ou FE para VES.
 

Singular

Plural

Tradução

leaf

leaves

folha

loaf

loaves

Pão (bengala)

wolf

wolves

lobo

 
Ainda há exceções, que são as palavras que aceitam ambas formações do plural:
Scarf scarfs/scarves (cachecol)
dwarf dwarfs/dwarves (anão)
hoof hoofs/hooves (casco)
 

5) Exceções que não levam S no plural
Man = men 
Man men homem 
Woman women mulher
Policeman policemen policial

Palavras com dois OO passam para dois EE
Goose geese ganso
Foot feet
Tooth teeth dente

Outras
Ox oxen boi
Child children criança
Person people pessoa
 
 
Algumas palavras que não têm plural, são classificadas como incontáveis (uncountable)
Information (informação)
Equipment (equipamento)
Furniture (mobília)
 
 
Vamos praticar?
Preencha as lacunas com as palavras entre parênteses na forma correta do plural:

1. You have to roll the ________ to play this game. (die)
2. I have a lot of ____________ to organize my books . (shelf)
3. The ___________ broke into the house through the window. (thief)
4. The _________ were ablet to shoot at the _____________. (hero / enemy)
5. All the _____________ are crying out, I can’t stand that noise. (child)
6. Their _________________ picked some  __________________, and cut the ________________ in ________________. (wife / knife / loaf / half)
7. You’ve gotta brush your ____________ every day. (tooth)
8. I could see a lot fo colorful ___________ when I was diving. (fish)
9. I need some _____________ to finish the report. (information)
10. _________ still earn lower salaries than _______ in executive positions. (woman / man)

Respostas
1. dice
2. shelves
3. thieves
4. heroes / enemies
5. children
6. wives / knives / loaves / halves
7. teeth
8. fish
9. information
10. women / men

Escrito por Lígia Crispino. Publicado em 25/08 na coluna semanal da Exame.com. Editado por Lígia Crispino para o blog da Companhia de Idiomas.

Lígia Velozo Crispino, fundadora e sócia-diretora da Companhia de Idiomas e do ProfCerto. Graduada em Letras e Tradução pela Unibero. Curso de Business English em Boston pela ELC. Coautora do Guia Corporativo Política de Treinamento para RHs e autora do livro de poemas Fora da Linha. Colunista dos portais RH.com, Vagas Profissões e Revista da Cultura. Organizadora do Sarau Conversar na Livraria Cultura.

E se você quer se aprofundar neste assunto, fale com a gente. A Companhia de Idiomas tem professores que vão até a sua casa ou empresa. Fale com: 

roselicampos@companhiadeidiomas.com.br

Curso online de inglês é como comida japonesa: você ama ou odeia.
N
o dia a dia da Companhia de Idiomas, onde trabalhamos com cursos presenciais, por Skype e online, ouço de tudo:
"Ihhh, já fiz e não deu certo."   "Nunca fiz, não conheço, mas prefiro…" 

 

Realmente, um curso online tem algumas características bem positivas para os tempos atuais: não costuma ser muito caro (se comparado a aulas em escolas ou professores particulares), é muito prático (pode ser acessado de várias plataformas, até do seu celular) e conveniente (você pode acessar em qualquer dia e hora).  Mas então me responda:

Se é tão moderno, bom e conveniente, por que tanta gente compra, começa e desiste depois de poucas semanas?

Se você ainda não comprou, leia estas dicas antes de tomar uma decisão, pois o curso online pode não ser para você. E se já comprou, quem sabe as dicas vão ajudar você a aproveitar melhor o investimento.

1. Como qualquer produto ou serviço disponível no mercado, pesquise bem antes de tomar uma decisão de compra. Liste as opções de marcas, consulte sites de reclamações, fale com seus amigos, e faça simulados gratuitos nos sites. Essa é uma escolha pessoal, você tem de gostar do layout do curso, do tipo de atividades, dos temas. Tem de ficar com vontade de começar! Se não gostar de nenhum pense se esta modalidade de curso é mesmo para você.


2.
É importante você entender o que está comprando, então alinhe suas expectativas ao que o fornecedor está vendendo. Parece óbvio, mas curso online não é um curso presencial, não é um curso particular, não é um curso de escolas franqueadas. Sempre que um aluno não reflete sobre as suas expectativas, pode comprar com algumas ilusões e se frustrar. Não se iluda, entenda a proposta, identifique quais habilidades do idioma você conseguirá praticar no curso online, e quais não vai conseguir. Veja se as habilidades não muito praticadas no curso online são justamente aquelas das quais você mais precisa hoje para sua carreira.


3. Assim como uma esteira ou bicicleta ergométrica, um curso online tem excelente custo-benefício. Só que a esteira, a bicicleta e o curso requerem MUITA disciplina do usuário, pois não há um instrutor a quem você se reporta, não há ninguém cobrando  ou motivando você. Se você precisa disso, cuidado, pois pode desistir logo e não aproveitar o investimento realizado. Se decidir comprar, antes pense bem sobre sua gestão de tempo e se organize, criando uma nova rotina diária.

4. Um curso online não pode ser acessado apenas quando você tiver tempo livre. Se você não tem muita disciplina, determine um horário diário e, se falhar em um dia, compense no dia seguinte. Leve o curso a sério, mas com leveza e de forma lúdica.

5. Alguns desses cursos são multiplataformas e podem ser acessados inclusive do celular.  Abuse desta funcionalidade, mesmo que seja rapidinho na hora do café da manhã, no almoço, esperando em uma fila, na sala de espera do médico – se gosta muito de redes sociais, troque metade do tempo que fica nelas pelo curso, e incorpore o hábito de se ocupar estudando nestes momentos de espera.

6.  Estabeleça metas possíveis para você mesmo: aprender cinco palavras novas por dia, praticar uma regra gramatical por dia, ouvir dois áudios etc.

7. Se o curso proporcionar aulas em grupo com professores e alunos estrangeiros, na plataforma, não fuja! Participe de pelo menos três aulas por semana, se quer desenvolver compreensão oral e fluência. E não compare este tipo de aula com professores particulares, escolas de idiomas e cursos presenciais. Não é a mesma coisa e você pode perder energia na comparação, ao invés de usá-la para o aprendizado. Infelizmente nem sempre será uma boa aula. Se já comprou o curso, aproveite a excelente oportunidade de ouvir e falar com estrangeiros. Um dia você pode precisar falar com seu chefe e colegas do outro lado do mundo, então vale a prática.

8. Um curso online de idiomas não é um curso completo, então busque alternativas para compensar o que falta para você. Você pode contratar uma escola  – como a Companhia de Idiomas 🙂  –  para uma aula a cada quinze dias, por exemplo, com objetivos específicos. Este é o melhor custo-benefício atualmente, dependendo das suas metas com o idioma.   Se as metas não forem muito desafiadoras,  pode também organizar um grupo de amigos para praticar conversação, sem professor e sem custo. Pode falar inglês com seu filho. Pode fazer mais atividades de gramática em outros sites. Lembre-se: quem quer, sempre cria um jeito.  Quem não quer, sempre encontra as justificativas para não fazer o que precisa ser feito.

9. Curso online, aula particular, curso em uma escola, aplicativos ou sites. Assim como atividade física, o mais importante não é a modalidade escolhida, mas a regularidade de prática. E para conquistar a regularidade, você tem de se divertir!

Escrito por Rosangela Souza. Publicado em 17/08 na coluna semanal da Exame.com. Editado por Rosangela Souza para o blog da Companhia de Idiomas.  


Rosangela Souza é fundadora e sócia-diretora da Companhia de Idiomas e da ProfCerto. Também é professora de técnicas de comunicação, gestão de pessoas e estratégia no curso de Pós-Graduação ADM da Fundação Getulio Vargas.

E se você quer se aprofundar neste assunto, fale com a gente. A Companhia de Idiomas tem professores que vão até a sua casa ou empresa. Fale com: 

Tudo o que é realizado e aprendido ao longo da vida vai construindo a trilha do que se deseja na carreira: conhecimentos específicos da área de atuação, graduações, MBA, especializações, as atividades de trabalho, cursos extracurriculares, as promoções, os projetos conduzidos, os desafios superados.

A origem da palavra carreira vem do latim carraria, que significa “caminho para carros”. Ela passou por diversas transformações ao longo dos anos até chegar no conceito que entendemos nos dias de hoje. Carreira não revela um histórico profissional, mas um caminho em direção a objetivos pessoais e profissionais, que tragam satisfação e realização. Só que a carreira não é responsabilidade da empresa na qual trabalha, é sim responsabilidade do profissional.


Além das competências técnicas de cada área de atuação, não podemos nos esquecer das competências comportamentais. Para ter as competências mais esperadas pelas empresas, o autoconhecimento se torna fundamental. Entender nossos pontos fortes e sabotadores é um grande aliado nesta caminhada. Nossa experiência e reflexão sobre as perguntas a seguir nos ajuda a construir nossa autoimagem e, consequentemente, fazer ajustes de rota e tomar decisões mais acertadas:


Quais são as minhas habilidades?
Quais são meus pontos fortes?
Quais são meus pontos a melhorar?
O que realmente me motiva?
Quais são minhas principais necessidades?
Quais são meus maiores estímulos?
Quais meus objetivos na vida?
Quais são meus valores? Quais os principais critérios pelos quais eu julgo o que faço?
Quão orgulhoso ou envergonhado estou do meu trabalho e carreira?

O tempo que será necessário para construir essa autoimagem varia de acordo com alguns fatores:


1. Quantidade e qualidade de experiências que tivemos versus tempo em que elas ocorreram. Aqui temos de avaliar a cultura das empresas nas quais trabalhamos, gestores que tivemos, funções que desempenhamos.
2. Feedback sobre nosso desempenho e progresso profissional, dicas e toques que recebemos desde o início da nossa carreira.
3. Capacidade cognitiva para absorver essas experiências e feedback recebidos. Em outras palavras, o que fizemos de tudo isso, de como transformamos nossa história em vantagem competitiva.
4. Motivação e busca por novos aprendizados e autoconhecimento.

Responda a este questionário, reflita sobre a sua trajetória, sobre o que você tem a seu favor e o que será necessário mudar para alcançar o que almeja. Sucesso na sua jornada!
 
Escrito por Lígia Crispino. Publicado em 15 de junho de 2016 para Vagas.com. Editado por Lígia Crispino para o site da Companhia de Idiomas – Artigos de Gestão.


 
Lígia Velozo Crispino, fundadora e sócia-diretora da Companhia de Idiomas e do ProfCerto. Graduada em Letras e Tradução pela Unibero. Curso de Business English em Boston pela ELC. Coautora do Guia Corporativo Política de Treinamento para RHs e autora do livro de poemas Fora da Linha. Colunista dos portais RH.com, Revista da Cultura e Exame.com. Organizadora do Sarau Conversar na Livraria Cultura.

Quero abordar um comportamento que tenho percebido na Internet. Muitas pessoas se escondem atrás de uma tela de celular ou computador, cheias de ideias, só que sem a coragem de ser vitrine. Elas querem apenas atacar, porque é fácil atacar à distância. Além disso, ser vitrine é muita exposição, é saber que você mostrará coisas boas, ou seja, seu conhecimento e sua experiência, mas você também mostrará suas fraquezas, porque perfeição não existe.

Nós somos seres em formação, estamos na condição de obra em transformação. Por isso, com medo de construir e sofrer críticas, as pessoas se munem de pedras para desconstruir, achando que esse é o caminho mais fácil para mostrar seu valor. Com arrogância e prepotência, apontam o dedo e vão em busca de qualquer detalhe, por menor que seja, para dizer : ‘Veja, você está errado!’

Minha sugestão é que você avalie se, na sua vida, você é o protagonista criador que quer compartilhar ideais, reflexões e conhecimento, Em outras palavras, se você é vitrine, ou se você é o fiscal que garimpa falhas, erros, defeitos, o atirador de pedras. Entendo que há momentos em que temos de contribuir e sinalizar o que pode e deve ser melhorado. No entanto, a intensidade, frequência e a forma como atiramos as pedras nas vitrines faz toda a diferença. Há que se das relações com as pessoas. Não temos como prever o futuro. Pode ser que aquele que você criticou com veemência seja seu futuro cliente, gerente, fornecedor… 



Escrito por Lígia Crispino. Publicado em 01 de abril de 2016 para Vagas.com. Editado por Lígia Crispino para o site da Companhia de Idiomas – Artigos de Gestão.


 
Lígia Velozo Crispino, fundadora e sócia-diretora da Companhia de Idiomas e do ProfCerto. Graduada em Letras e Tradução pela Unibero. Curso de Business English em Boston pela ELC. Coautora do Guia Corporativo Política de Treinamento para RHs e autora do livro de poemas Fora da Linha. Colunista dos portais RH.com, Revista da Cultura e Exame.com. Organizadora do Sarau Conversar na Livraria Cultura.


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