Como as férias de julho já estão aí batendo a nossa porta, vale a pena abordar algumas informações relevantes para entrar nos EUA, um destino ainda procurado por muitos brasileiros. Para ficar mais interessante, preparei um exercício com o qual você possa treinar o inglês ao mesmo tempo que esclarece eventuais dúvidas sobre o processo de imigração em solo americano. 

 

Escolha as alternativas que preenchem todo o texto corretamente:
Almost a million individuals enter 1. (   ) in  (   ) –  (   ) to  the U.S. daily. Everyone arriving 2. (   ) at (   ) in  (   ) on a port of entry to the U.S. is subject to inspection by 3. (   ) Customs (   ) Custom  (   ) Costumes and Border Protection – CBP – officers. The more international travelers know about what to expect, 4. (   ) the more easy and quick  (   ) how much easier and quicker (   ) the easier and quicker the process becomes.
5. (   ) Learn (   ) To learn Learning about traveler entry forms, agricultural products allowed and prohibited, what items are dutiable, and 6. (   ) others informations  (   ) other information  (   ) other informations about the process will help you move speedily through the CBP  process.

Travel documents and identification required
A foreign national or alien 7. (   ) is required (   ) is requiring (   ) are required to present a passport and valid visa issued by a U.S. Consular Official, 8. (   ) therefore  (   ) unless  (   ) however they are a citizen of a country eligible for the Visa Waiver Program, or are a lawful permanent resident of  9. (   ) the  (   ) –  (   ) an U.S. or a citizen of Canada.

Food 
This information only covers food (fruit, cheese, meat etc.) entering the United States in passenger 10. (   ) baggage  (   ) luggages  (   ) baggages for 11. (   ) personnel (   ) personal  (   ) person use. 
You may 12. (   ) to be able to bring  (   ) be able to bringing  (   ) be able to bring in food such as fruits, meats or other agricultural products 13. (   ) depending of  (   ) depending on (   ) depend the region or country 14. (   ) from which  (   ) of whom  (   ) of where you are traveling. Restrictions are placed on these products to protect community health, preserve the environment and prevent the introduction of devastating diseases to domestic plants and animals. You must declare all food products.  Failure to declare food products can result 15. (   ) in up to      (   ) to up (   ) on to $10,000 in fines and penalties.

Medications and medical devices
Prescription medications should be in 16. (   ) its  (   ) your  (   ) their original containers with the doctor’s prescription printed on the container.  It is advised that you travel with no more than personal use quantities, a rule of thumb is no more than 17. (    ) a 90 day supply  (   ) a 90 days supply  (   ) a 90 day supplies. If your medications or devices are not in their original containers, you 18. (   ) may (   ) must  (   ) might to have a copy of your prescription with you or a letter from your doctor.  A valid prescription or doctors note is required on all medication entering the U.S. The FDA is 19. (   ) responsible for  (   ) responsable for (  ) responsible of pharmaceutical admissibility determinations.

If you are traveling with medical devices such as needles or oxygen tanks that could pose a security or safety 20. (   ) concerning  (   ) concerned  (   ) concern to others, be sure to have a copy of the prescription for those items from your doctor. 

Para finalizar tem mais uma informação importante que é a quantidade de dinheiro a levar. Na verdade, você pode levar a quantia que quiser, só que se ultrapassar 10 mil dólares, você terá de informar e pedir um formlário para isso: FinCen 105. Se não o fizer e for pego com quantia superior à permitida, poderá até ser preso. Depois  de tomados todos os cuidados e estar com um bom nível de inglês é só curtir a viagem!

Respostas:
1.
2. At
3. Customs
4. The easier and quicker
5. Learning
6. Other information
7. Is required
8. Unless
9. The
10. Baggage
11. Personal 
12. Be able to bring
13. Depending on
14. From which 
15. In up to
16. Their 
17. A 90 day supply
18. Must
19. Responsible for
20. Concern

Escrito por Lígia Crispino. Publicado em 29/06 na coluna semanal da Exame.com. Editado por Lígia Crispino para o blog da Companhia de Idiomas.


Lígia Velozo Crispino, fundadora e sócia-diretora da Companhia de Idiomas e do ProfCerto. Graduada em Letras e Tradução pela Unibero. Curso de Business English em Boston pela ELC. Coautora do Guia Corporativo Política de Treinamento para RHs e autora do livro de poemas Fora da Linha. Colunista dos portais RH.com, Vagas Profissões e Revista da Cultura. Organizadora do Sarau Conversar na Livraria Cultura.

E se você quer se aprofundar neste assunto, fale com a gente. A Companhia de Idiomas tem professores que vão até a sua casa ou empresa. Fale com: 

roselicampos@companhiadeidiomas.com.br


 
Segundo a Pearson, há no mundo aproximadamente dois bilhões de pessoas que estão aprendendo ou querem aprender inglês.  Com esta afirmação, temos certeza de duas coisas:  a) não estamos sozinhos, mesmo!  b) é muito importante compreender quais são as ferramentas e técnicas que  mais contribuem com a aprendizagem do idioma.  
 

A Pearson lançou recentemente um estudo com mitos e verdades sobre o aprendizado de inglês.  É claro que em um relatório com dados mundiais tudo deve ser colocado em perspectiva, considerando e relativizando com o ambiente, o país, os alunos, a cultura etc.  Vale ler pelo menos dois mitos, uma verdade e um “depende”, com algumas reflexões minhas sobre o tema.

1) O aprendizado do inglês atualmente depende da tecnologia
MITO.  A tecnologia é uma enorme apoiadora do aprendizado, mas há uma diferença entre usá-la para apoiar, e pensar que a tecnologia por si só gera o aprendizado.  O aprendizado ocorre “quando o aluno está interessado e presta atenção”, como diz a PhD Katharine Nielson.  E para isso acontecer, não é necessário tecnologia.  O aprendizado de um idioma pode se dar de pai para filho, de amigo para amigo, por exemplo.   Contudo, é inegável que atualmente  a tecnologia proporciona amplo acesso a conteúdos, atraindo o interesse e a atenção de grande parte dos estudantes da língua.  Mas assim como matricular-se em uma academia não gera resultados, ter acesso a conteúdos por causa da tecnologia também não contribui com seu aprendizado – a não ser que você tenha interesse, atenção, disciplina e regularidade de contato com o idioma.

2)Em pouco tempo, os professores de idiomas não serão mais necessários.
MITO.  Eu quase escrevi que essa é uma VERDADE, pois conheço algumas pessoas que estão aprendendo idiomas de graça, com conteúdos e interações pela internet, sem professor.   Mas também conheço centenas de pessoas que não conseguem manter o interesse, a atenção e a regularidade de estudo nem fazendo parte de um curso caro. Ainda precisam de um professor, de avaliações constantes, notas, uma certa pressão para estudarem.  Ou simplesmente gostam dessa interação professor/aluno (eu adoro!).  Muitos alunos também não sabem escolher conteúdo de qualidade na internet e se perdem no meio de tanta oferta.  O professor atua nestes casos como uma espécie de líder que motiva para o estudo e prática, e um curador de conteúdo.  Sem isso, não chegamos a lugar nenhum.  Isso sem contar que para ter um inglês fluente e com bom nível, precisamos interagir com pessoas com frequência (mesmo que virtualmente) e ter nossos erros corrigidos.   Então, a afirmação é VERDADEIRA apenas se as pessoas encontrarem, em pouco tempo, input de qualidade, prática frequente e interação autêntica;  e se estiverem sempre motivadas  a aprender com regularidade, sem a presença de um professor.

3) Podemos aprender a língua com menos obsessão pela gramática
VERDADE.  Podemos até aprender partes do que compõe um idioma, ao estudar a gramática.  Mas só conseguimos nos comunicar (falar e compreender) quando praticamos a língua através da leitura, da escrita e da fala.   (Chris Brumfit). Algumas escolas sistematizam o ensino pela gramática da língua (simple present, simple past, present perfect); mas poderiam fazer o mesmo através de funções (como cumprimentar, como negociar, como descrever uma cidade), ou situações (no restaurante, no posto de gasolina, em casa, no trabalho).  O importante aqui é que o aluno descubra que tipo de método, foco ou  ambientação é mais motivador para ele, e como ele vai praticar para dominar todas as habilidades da comunicação: fala, compreensão, escrita e leitura.

4) Não precisaremos mais aprender idiomas, é só usarmos um aplicativo ou software de tradução simultânea
DEPENDE. Já são bem populares o Google Translate (o app que tem mais idiomas), o Lexifone (ótimo para conversas ao telefone, em duas línguas diferentes), o Jibbigo Translator (tradutor vocal bom para viagens) , o Verbalizeit (útil para termos técnicos) . Alguns deles já são capazes de interpretar nuances da língua. No entanto, sabemos que em uma comunicação mais complexa, como uma reunião de negócios, a precisão no uso de estruturas, vocabulário e pronúncia são determinantes para o sucesso daquela interação, com agilidade, e, principalmente, sem mal entendido.  Isso as máquinas ainda não conseguem fazer, só o ser humano é capaz.  É claro que a inteligência artificial considera a capacidade de uma máquina aprender com os inputs diários, sem que seja necessária nova programação.  Então, as máquinas estão “aprendendo” todos os dias, ampliando sua capacidade de entender nuances dos idiomas.   Bill Gates dizia:  “Nós sempre superestimamos a mudança que vai ocorrer nos próximos dois anos, e subestimamos a mudança que vai ocorrer nos próximos dez.”

Então, pode ser  que a tecnologia caminhe rapidamente nesta direção e você nem precise mais dedicar tempo para  aprender inglês, pois será só usar um app para o que quiser.   Ou, pode ser que se arrependa por não ter aprendido esta língua e dependa dela para sobreviver em um mercado que se torna cada vez competitivo. Por via das dúvidas, use a tecnologia disponível hoje para aprender!

Fonte:  http://www.english.com/blog/elt-fact-or-fiction

 
Escrito por Rosangela Souza. Publicado em 22/06 na coluna semanal da Exame.com. Editado por Rosangela Souza para o blog da Companhia de Idiomas.  

Rosangela Souza é fundadora e sócia-diretora da Companhia de Idiomas e da ProfCerto. Também é professora de técnicas de comunicação, gestão de pessoas e estratégia no curso de Pós-Graduação ADM da Fundação Getulio Vargas. 

 

E se você quer se aprofundar neste assunto, fale com a gente. A Companhia de Idiomas tem professores que vão até a sua casa ou empresa. Fale com: 

roselicampos@companhiadeidiomas.com.br

 
 
 

Escolha a alternativa correta quanto ao uso dos verbos: infinitivo com a partícula TO, infinitivo sem a partícula e gerúndio (-ing). 

 
 
1.
a) They decided to don’t ask for the discount again
b) They decided not to ask for the discount again.
c) They decided not ask for the discount again.
d) They decided no ask for the discount again.                     

 
2. 
a) They asked him help them find the best option.
b) They asked he helps them to find the best option.            
c) They asked he help them to find the best option.
d) They asked him to help them find the best option.       



3. 
a) Carla wants the government listen to people.
b) Carla wants the government listens to people.                  
c) Carla wants the government to listen to people.
d) Carla wants that the government listen to people.
 
4.

a) They don’t allow her to travel alone
b)
 They don’t let her to travel alone.

c) They don’t allow her travel alone
d) They don’t let she travels alone.                                     
 
5. 
a) She would like the government stop selling guns.             
b) She would like the government to stop to sell guns.
c) She would like the government to stop selling guns.
d) She would like that the government stop to sell guns.

6
a) His decision made me think about my future.               
b) His decision made me to think about my future.
c) His decision made me thinking about my future.  
d) His decision made I think about my future.
 
7.  
a) I’m trying to avoid to eat seafood.
b)
 I thought about to stay longer at the party.         
c) She can’t stand to watch soccer matches.
d) Do you mind giving me a ride?                                       

8. 
a) There’s no point to asking him for money.
b
) I’d like to lose weight.
c) I’d like losing weight.
d) There’s no point to ask him for money. 
 
9.
a) She’d prefer to stay at home.
b)
 She’d prefer staying at home.
c) He has just finished to prepare the report.                   
d) He has just finished prepare the report.

10. 
a) I am looking forward to travel abroad.
b) I’m looking forward to traveling abroad.
c) She’s used to wake up at 6 every day.
d) She used to waking up at 6 every day.


Respostas

1.B

2.D
3.C
4.A
5.C
6.A
7.D
8.B
9.A
10.B



Escrito por Lígia Crispino. Publicado em 11/06 na coluna semanal da Exame.com. Editado por Lígia Crispino para o blog da Companhia de Idiomas.

Lígia Velozo Crispino, fundadora e sócia-diretora da Companhia de Idiomas e do ProfCerto. Graduada em Letras e Tradução pela Unibero. Curso de Business English em Boston pela ELC. Coautora do Guia Corporativo Política de Treinamento para RHs e autora do livro de poemas Fora da Linha. Colunista dos portais RH.com, Vagas Profissões e Revista da Cultura. Organizadora do Sarau Conversar na Livraria Cultura.

E se você quer se aprofundar neste assunto, fale com a gente. A Companhia de Idiomas tem professores que vão até a sua casa ou empresa. Fale com: 

roselicampos@companhiadeidiomas.com.br

 

 

Visão sistêmica. Você já deve ter ouvido alguém falar que tem, não tem ou precisa ter.

Parece ser uma habilidade muito desejada nas organizações e também na vida pessoal.  Mas será que sabemos mesmo o que é isso? E se sabemos o que é mas não a temos, como fazemos para desenvolvê-la?


Vamos  entender rapidamente o que é um sistema.  Segundo o criador da Teoria Geral dos Sistemas, o biólogo Bertalanffy, “um sistema é uma entidade cuja existência se deve às mútuas interações entre seus componentes.”
Já temos aqui uma pista de que um sistema é formado por componentes e que a interação entre eles é algo muito extremamente importante.  A interação entre estes componentes é, quase sempre,  até mais importante que a qualidade (ou a competência) de cada componente.
Ter visão sistêmica é ser capaz de entender os fatos da vida e comportamentos das pessoas observando os componentes que os geram, as causas, as relações entre tudo isso, e as consequências de cada movimento destes componentes. Quando não a temos, apenas observamos fatos e pessoas e os julgamos. Quase sempre rápido demais.


Com o tempo, nos tornamos mais experientes, e julgamos mais rapidamente, com aquele tom professoral, como se estivéssemos falando A Verdade Suprema.  Nem sempre lembramos que há várias razões para cada fato. E que o que consideramos um fato já pode ser uma consequência de algo que foi (ou não) realizado anteriormente.


E quais fatores dificultam a nossa visão sistêmica?  Um deles é que nossa mente tem necessidade de dar sentido às coisas rapidamente, e busca sempre a analogia mais próxima disponível em nossa memória.


Na Companhia de Idiomas, empresa da qual sou sócia e diretora, usamos frequentemente a história do “garçom que cai”:

O fato:
O garçom caiu no meio do restaurante, com a bandeja cheia de copos na mão.

A causa: 
O médico diz que o garçom teve algum mal estar.
O sindicalista diz que o garçom já estava trabalhando havia doze horas e isso não é correto.
O técnico em segurança do trabalho acha que a bandeja estava pesada demais.
O psicólogo diz que o garçom estava passando por uma fase bastante difícil.
O fofoqueiro vai dizer que este garçom é sempre distraído mesmo.

E por aí vai.

Qual a verdade? Qual a causa?  A visão sistêmica faz com que analisemos mais cuidadosamente os fatos, para não considerarmos a “verdade” mais próxima da nossa realidade como a única existente. 


Nossa mente faz isso todo o tempo, qual a razão?


Recebemos um número enorme de informações a cada minuto. Fazemos um grande esforço cognitivo para armazenar algumas dessas informações e usá-las apenas quando necessitamos. Para diminuir este esforço,  nossa mente coloca estas informações em caixinhas,  ou modelos mais simples, chamados de modelos mentais. Você já deve ter ouvido falar deles. O modelo mental funciona como um filtro pelo qual vemos determinada pessoa, cena ou informação. E este filtro influencia a construção de modelos futuros, sobre outras pessoas, cenas ou informações.  Se não disse Bom Dia, só pode ser… Se é rico, só pode ser… Se não fez o relatório, só pode ser… Se perdemos o cliente, é claro que vai acontecer….  Todo dia, tiramos conclusões precipitadas por não ampliarmos nosso poder de análise, com a visão sistêmica. 

Modelos são sempre representações incompletas de alguma coisa e, pior, tornam-se invisíveis aos seus donos.  Nós sempre achamos que estamos sendo fiéis aos fatos, estamos sendo lógicos ou estamos usando a “nossa experiência”. Não percebemos que estamos apenas seguindo nossos modelos mentais, que limitam nossa visão e até nos cegam.

Parece que temos certezas demais. Mas há outras razões para fazermos isso.

Uma das razões é que colocamos energia demais em determinadas tarefas, pessoas e fatos – e realmente não vemos tudo o que está à nossa volta.  Você já viu aquele vídeo no Youtube em que uma pessoa pede informação na rua a alguém, sobre como chegar a algum lugar, e a pessoa que responde está tão concentrada em ver o mapa para ajudar que… não percebe que a pessoa que perguntou simplesmente foi trocada?!

Eu me reconheço neste vídeo, quando estou cheia de afazeres pessoais e profissionais, muitos que eu amo. O que será que não estou vendo e que é super importante? Não percebo que há porções enormes de mundo que eu torno invisíveis, porque estou prestando atenção demais a coisas (pessoas, fatos) que podem nem ser tão importantes assim.

Parece que focamos demais e, por isso, nos cegamos.


Talvez um bom treino de visão sistêmica seja ter menos certezas, olharmos mais à volta, compreendermos mais as diversas razões para as pessoas serem como são, para os fatos serem como são. Entender que fatos podem já ser a consequência de algo que fizemos (intencionalmente ou não), algo não fizemos, que não vimos.  Talvez seja saudável ter um leve distanciamento emocional, pois quando estamos imersos em afazeres e emoções não enxergamos quase nada.

Escrito por Rosangela Souza. Publicado em 17 de junho de 2016 na Revista Catho – Carreira & Sucesso. Editado por Rosangela Souza para o site da Companhia de Idiomas – Artigos de Gestão.


 

Colunista: Rosangela Souza

Rosangela Souza é fundadora e sócia-diretora da Companhia de Idiomas e ProfCerto.Graduada em Letras e Tradução/Interpretação pela Unibero, Business English na Philadelphia, USA. Especialista em Gestão Empresarial com MBA pela FGV e aluna do Pós-MBA da FIA. Desenvolveu projetos acadêmicos sobre segmento de idiomas, planejamento estratégico e indicadores de desempenho para MPMEs. Colunista do portal da Catho Carreira & Sucesso, RH.com e Exame.com.   Professora de Técnicas de Comunicação, Gestão de Pessoas e Estratégia na pós graduação ADM da Fundação Getulio Vargas.


 
Uma das maneiras agradáveis de melhorar o inglês é selecionar músicas que gostamos de ouvir. Algumas delas trazem estruturas interessantes para estudar gramática, como esta linda música do Eric Clapton, na qual podemos ver perguntas diretas e indiretas.

How + adj/adv

Asking about extent or degree

Example

How far

(Quão distante / longe)

Qual a distância

distance

How far is the sky?

How deep

(Quão profundo)

Qual a profundidade

depth

How deep is the ocean?

How long

Quanto tempo

length (time or space)

How long will the meeting last?

How many

Quantos

quantity (countable)

How many students are there?

How much

Quanto

quantity (uncountable)

How much do I love you?

How high

(Quão alto)

Qual a altura

height

How high is the sky?

How old

(Quão velho)

Quantos anos

age

How old are you?


Outro ponto que podemos estudar nesta música é a pergunta indireta. Primeiro, o Eric Clapton usa a pergunta indireta:
 

How can I tell you how much I love you? (Como posso dizer o quanto eu te amo?

Depois ele faz a pergunta direta:

How much
do I love you? (Quanto eu te amo?)

As perguntas indiretas são um pouco mais formais e menos invasivas.  O que precisa ser lembrado da pergunta indireta é que temos uma frase introduzindo a pergunta ou duas perguntas em uma mesma frase. Neste caso, a segunda parte da frase não fica na ordem interrogativa, ou seja, não podemos fazer a inversão da ordem do verbo nem usar verbo auxiliar, dependendo do que se quer dizer.


Este é um erro muito comum entre os brasileiros ao falar inglês, pois como a segunda parte é a pergunta real, o que efetivamente desejamos saber, muitas pessoas fazem a inversão ou usam os auxiliares. Outros exemplos para entendermos essa diferença:


Direta:
What time is it? (Que horas são?)
Indireta: Do you know what time it is? (Você sabe que horas são?)

Direta:
Why have you given up on me? (Por que você desistiu de mim?)
Indireta: Can you tell me why you have given up on me? (Você pode me dizer por que desistiu de mim?)

Algumas das introduções mais comuns nas perguntas indiretas:


Could you tell me…
(Você poderia me dizer…)
Can you tell me… (Você pode me dizer…)
Do you know… (Você sabe…)
Do you have any idea… (Você tem alguma ideia…)
Would it be possible… (Seria possível…)
Is there any chance… (Há/ Existe alguma chance…)
I was wondering… (Eu estava pensando…)
I’d like to know… (Gostaria de saber…)
 

How Deep Is The Ocean
Eric Clapton

How can I tell you what is in my heart?

How can I measure each and every part?
How can I tell you how much I love you?
How can I measure just how much I do?

How much do I love you?

I’ll tell you no lie
How deep is the ocean?
How high is the sky?

How many times a day do I think of you?

How many roses are sprinkled with dew?

How far would I travel
T
o be where you are?
How far is the journey
From here to a star?

And if I ever lost you

How much would I cry?
How deep is the ocean?
How high is the sky?

Existe ainda outra estrutura interessante nesta música que representa outro erro bastante comum em inglês que é o uso de duas palavras negativas em uma mesma frase. Em português não há problemas, mas em inglês sim. Eric Clapton diz:

I’ll tell you
no lies (Eu não te contarei nenhuma mentira)

Outra forma de dizer esta mesma frase seria:


I
won’t tell you any lies (Eu não te contarei nenhuma mentira)

Veja que em ambas, a tradução em português é a mesma e utilizamos “não” e “nenhuma”. Só que a primeira em inglês, utilizada na música, é muito mais enfática.

Sugiro os sites abaixo, em que você tem a letra e vídeo ou áudio, ou o aplicativo Spotify no qual você pode criar playlists e ouvir suas músicas do celular, tablet e até no computador: 
https://www.letras.mus.br/eric-clapton/1827250/

Temos a letra, discografia completa dos cantores, traduções e cifras.

https://www.vagalume.com.br/eric-clapton/how-deep-is-the-ocean.html

 

Temos um portal mais completo, pois além das letras, discografia, traduções, encontramos a biografia, fotos, agenda de shows.

Só uma ressalva quanto à tradução das letras em inglês, pois como é colaborativo, há erros, mas você pode sinalizar.


Escrito por Lígia Crispino. Publicado em 15/06 na coluna semanal da Exame.com. Editado por Lígia Crispino para o blog da Companhia de Idiomas.


Lígia Velozo Crispino, fundadora e sócia-diretora da Companhia de Idiomas e do ProfCerto. Graduada em Letras e Tradução pela Unibero. Curso de Business English em Boston pela ELC. Coautora do Guia Corporativo Política de Treinamento para RHs e autora do livro de poemas Fora da Linha. Colunista dos portais RH.com e Vagas Profissões. Organizadora do Sarau Conversar na Livraria Cultura.

E se você quer se aprofundar neste assunto, fale com a gente. A Companhia de Idiomas tem professores que vão até a sua casa ou empresa. Fale com: 

roselicampos@companhiadeidiomas.com.br

 
Neste momento em que temos de cuidar de nossas carreiras e empregabilidade, todas as ideias para acelerarmos o aprendizado do inglês são bem-vindas. Quer você esteja fazendo um curso ou não, é possível aprender inglês todos os dias, se tiver dedicação e criatividade!
 
 
 
 
Para tornar o aprendizado mais divertido (senão a gente desiste rápido), a ideia de hoje é que você convide um amigo para estudar junto com você, por Whatsapp ou outro aplicativo de mensagens. O importante é a regularidade, ou seja, não pode falhar nenhum dia.  Listei aqui sete ideias do professor Philip Haines, da Oxford University Press, para você se animar e criar uma agenda com um  amigo, fazendo uma atividade rápida por dia, de segunda a domingo. Ou vocês podem repetir a mesma ideia durante uma semana inteira, mudando a atividade na semana seguinte – como for mais divertido para vocês!  Estas são ideias para estudantes de nível pré-intermediário, intermediário e avançado, mas podem ser adaptadas para estudantes de nível básico, desde que não iniciantes. Ajustem as atividades ao nível da dupla, para não ficar muito fácil, nem muito difícil. 


Tudo o que você precisará é de um celular com acesso à internet e de um amigo que esteja na mesma situação que você: precisando dominar esta língua com urgência, e sem muito tempo ou dinheiro disponível para isso!  Você também pode organizar um pequeno grupo no Whatsapp exclusivamente com este objetivo. 

1. Faça uma entrevista por áudio
Seu amigo deve gravar qualquer pergunta para você, em inglês, e mandar por Whatsapp. Combinem antes o nível linguístico das perguntas (básicas, do tipo: what color is your car? / intermediárias: how long have you been married? / avançadas: tell me the impact of Brazilian crisis on your segment) . Você terá de: a) ouvir e tentar entender a pergunta dele   b) tentar corrigir a pergunta e mandar a forma correta, caso perceba algum erro  c) responder a pergunta.  Ele vai:  a) ouvir e tentar entender a sua resposta  b) corrigir a resposta e mandar a forma correta, caso perceba algum erro.  Depois, é você quem vai gravar e enviar a pergunta para ele, repetindo o ciclo. 
Você pode corrigir vocabulário, estrutura ou pronúncia. Se tiverem dúvidas, ambos podem pesquisar.

2. Compartilhe seu diário
Que tal compartilhar um pouco do seu dia com algum amigo? Você pode combinar de enviar um áudio pela manhã, contando quatro coisas que fará no dia; ou à noite, contando quatro coisas que fez. Pode tirar algumas fotos durante o dia e enviar seu foto/diário à noite, contando o que fez. E ele faz o mesmo.  Ao realizarem esta atividade com frequência, procurem não repetir os mesmos verbos, e lembrem de falar sobre ações corriqueiras como “to have my hair cut”, tarefas do trabalho como  “to assess the report”  ou mais pessoais como “to talk to my son about his attitude”.   Pratique falar de ações futuras e passadas, você verá que muitas dúvidas surgirão, especialmente com relação a vocabulário e aos verbos irregulares. Pesquise, descubra como se fala e envie! Seu amigo vai ouvir, tentar corrigir e fazer o mesmo. 

3. Brinque de Ditado
Veja em algum livro de inglês uma frase que tenha uma estrutura ou palavra incomum. Se tiverem nível avançado, pode ser uma frase do script de uma palestra do ted.com, por exemplo. Grave a frase para seu amigo. Ele ouvirá, escreverá o que entendeu e enviará a você por mensagem de texto. Você confere com o texto original e corrige.  Se houver dúvidas de pronúncia, consultem um dicionário online (http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/10-dicionarios-online-recomendados-por-professores-de-ingles) .

4. Realize apresentações curtinhas
Pense em um assunto de seu interesse. Se seu nível de conhecimento for básico, você pode narrar o que faz todo dia, descrever sua família, falar sobre o que gosta e não gosta etc. Aos poucos, pesquise e comece a falar sobre o que fez no final de semana, seus planos futuros, suas opiniões, seus desafios na empresa. Se for muito difícil no começo, escreva primeiro. Depois, é só gravar um vídeo. Você pode ler das primeiras vezes, depois vai tentando não ler mais e até não escrever mais, só falar. Mas sempre pesquise antes as palavras novas, tempos verbais e estruturas.   Envie o vídeo para seu amigo. Ele vai tentar entender, corrigir o que encontrar de erros e enviar por texto para você a contribuição dele. Se quiser, você pode gravar de novo.   E seu amigo pode fazer o mesmo. 

5. Descreva um processo
Quando um estudante tenta descrever um processo em inglês, geralmente encontra dificuldades com verbos e substantivos.  Imagine quantos processos realizamos no dia: fazer café, dirigir, ligar o computador e ler emails, etc. Coisas simples mas que, na hora de descrever o passo a passo em inglês, causam confusão.  Ao praticar, você aprenderá muito vocabulário e estruturas. 


6. Conte como se sente
Ao contar em inglês como se sente (alegre, triste, cansado, irritado etc) e explicar o porquê, você vai descobrir muitas palavras desconhecidas. Se enviar uma mensagem por texto ou áudio com este tema, pesquisando antes o que não sabe, aprenderá muito vocabulário importante para conversas pessoais. 


7. Conte o tema de um filme ou de uma série
Comece com “o filme (ou a série) é sobre…”   Mas não vale contar todo o enredo!  Se você gosta de filmes e séries, terá sempre um para descrever ao seu amigo. Como os temas são inúmeros, você sempre terá de pesquisar palavras novas para fazer a descrição. 
Em busca de inspiração? Veja 8 palavras em inglês típicas do mundo das séries e também um exercício do idioma para quem é fã de produções da Netflix.

Fonte: oupeltglobalblog.com

Escrito por Rosangela Souza. Publicado em 08/06 na coluna semanal da Exame.com. Editado por Rosangela Souza para o blog da Companhia de Idiomas.  

Rosangela Souza é fundadora e sócia-diretora da Companhia de Idiomas e da ProfCerto. Também é professora de técnicas de comunicação, gestão de pessoas e estratégia no curso de Pós-Graduação ADM da Fundação Getulio Vargas. 


 

E se você quer se aprofundar neste assunto, fale com a gente. A Companhia de Idiomas tem professores que vão até a sua casa ou empresa. Fale com: 

roselicampos@companhiadeidiomas.com.br

 


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