A timidez é um dos maiores obstáculos à comunicação. Em inglês, é ainda pior.  

O tímido teme se expor por causa do julgamento, da crítica e até da rejeição dos seus colegas de trabalho, chefes e clientes. Ele acredita que todos recriminam o seu jeito de falar a língua. Quando sabe que precisará se expor, fica ansioso, o que intensifica ainda mais os erros e os “brancos". 

Sozinho com suas ideias e censuras, ele se transforma na sua própria barreira e pode chamar muito mais a atenção justamente pelo medo de errar. Freud já dizia: “Nós poderíamos ser muito melhores se não quiséssemos ser tão bons”.

Não é algo simples de resolver, mas é importante tentar. Confira a seguir 7 dicas que poderão ajudar você a lutar contra o medo de falar inglês em público:

1. Procure se desvencilhar aos poucos da ideia de julgamento
Julgue-se e compare-se menos. Somos diferentes e todos nós temos qualidades e fragilidades. O importante é investir no autoconhecimento para saber o que precisa ser melhorado e como. 

2. Não esqueça que erros fazem parte do processo de aprendizagem
Se perceber que falou algo errado, não leve em consideração: continue, o importante é falar. A desenvoltura é mais importante do que falar corretamente, sobretudo no início. 

3. Converse sozinho em inglês e em voz alta
Procure criar diálogos onde você fala com você e repita esse diálogo várias vezes. Acredite, esse tipo de exercício faz muita diferença.

4. Fique atento à sua respiração
As emoções estão presentes no seu corpo. Ao tomar consciência delas, você terá maior controle sobre o que deseja para si. Além disso, mantenha a coluna ereta e não olhe para baixo. Manter uma postura firme transmite credibilidade – o que, consequentemente, aumentará a sua autoconfiança.

5. Diminua a autocrítica
Se você esperar mudanças radicais rápidas, passará a se cobrar ainda mais. Tente se lembrar das vezes em que o “pior” que você imaginou não foi tão ruim assim.

6. Evite a negatividade
“O que as pessoas estão pensando de mim? Será que estou vermelho? E se aquela pessoa perguntar algo que não sei responder?”. Quando pensamentos desse tipo vierem, converse consigo mesmo, chame sua própria atenção para a realidade. Para cada ideia negativa, abra espaço para uma positiva.

7. Defina objetivos
Estabeleça metas diárias, semanais e mensais de aquisição de vocabulário, pronúncia adequada e estruturas gramaticais. Quanto mais estruturas e palavras você tiver adquirido, mais fácil será a sua comunicação. Ainda assim, lembre-se: isso demanda tempo.

Escrito por Lígia Crispino. Publicado em 25/11 na coluna semanal da Exame.com. Editado por Lígia Crispino para o blog da Companhia de Idiomas.

Lígia Velozo Crispino, fundadora e sócia-diretora da Companhia de Idiomas e do ProfCerto. Graduada em Letras e Tradução pela Unibero. Curso de Business English em Boston pela ELC. Coautora do Guia Corporativo Política de Treinamento para RHs e autora do livro de poemas Fora da Linha. Colunista dos portais RH.com, Vagas Profissões e Revista da Cultura. Organizadora do Sarau Conversar na Livraria Cultura.

E se você quer se aprofundar neste assunto, fale com a gente. A Companhia de Idiomas tem professores que vão até a sua casa ou empresa. 
Fale com: 
roselicampos@companhiadeidiomas.com.br

A sensação de urgência em quase todas as tarefas do dia tomou conta da rotina de qualquer empresa há muito tempo e ficou mais acentuada neste momento em que as empresas estão enxutas. Portanto, saber eleger prioridades e usar o tempo de forma otimizada tornaram-se cruciais. A questão é que, para manter um bom nível de produtividade, precisamos de duas competências antagônicas:

– Flexibilidade para ajustar a forma de trabalho às várias funções que precisamos desempenhar e para enfrentar os diversos imprevistos diários. 

– Disciplina para organizar nosso tempo e manter o foco no que é importante e não no que mais gostamos de fazer.

Veja quantas das dicas abaixo você já coloca em prática e as que ainda precisa adotar:

1. Centralize as informações 

É possível desperdiçar até 28 minutos do dia procurando informações que não sabemos onde anotamos, porque temos celular, tablete, notebook, PC, agenda, caderno de anotações, bloco etc. No fim do mês, isso pode significar um dia inteiro de trabalho perdido. Por isso, o ideal é escolher apenas uma fonte para centralizar as informações, compromissos e pendências. Isso exige disciplina, inclusive para consultar depois o que anotou.

2. Planeje suas tarefas
No final do dia ou no início do dia seguinte, dê uma geral em suas anotações de reuniões que participou, pendências, ações que foram delegadas. Este planejamento do que já foi feito, do que ainda precisar ser realizado, follow-up e prazos pode ser feito em até dez minutos. Apenas 17% dos profissionais têm esse hábito, segundo pesquisa feita pela Franklin Covey.

3. Avalie o tempo gasto nas atividades
Anote o tempo gasto em cada uma de suas atividades principais. Essa informação será muito útil para aprimorar o planejamento (item 2) da agenda diária.

4. Atenção aos ladrões de tempo
As redes sociais e as mensagens do Whatsapp, Snapchat e Skype consomem, muitas vezes, rápidos segundos ou minutos só que durante muitos momentos do dia. Aí, quando somados, podem representar de uma a duas horas do dia de trabalho. A tecnologia traz a agilidade dos contatos e resoluções. Porém, muitas vezes, algumas atividades que demandam mais concentração e análise podem ser concluídas em mais tempo do que o necessário por conta das interrupções. Agora, se a troca de mensagens é inevitável para a sua função, busque a objetividade em cada uma delas.

5. Faça escolhas 
E responsabilize-se por elas, avaliando todas as suas consequências. As escolhas não podem estar pautadas só pelos gostos e pelas preferências ou pelo que estará visível para a liderança. Além disso, não caia na armadilha do merecimento.

6. Mantenha horários livres na agenda para administrar imprevistos
Não lote o seu dia com compromissos. Você precisa deixar tempo para apagar eventuais incêndios
e administrar atrasos, principalmente aqueles que não dependem de você. Se tiver muitas visitas a clientes em uma determinada semana, deixe pelo menos um dia para "fazer a lição de casa".

7. Pare de reclamar do trânsito 
Organize-se, pois ele é uma realidade.
Se você faz visitas a clientes ou reuniões externas, saia mais cedo ou use os aplicativos e avalie o melhor percurso e horário para sair e chegar pontualmente.

8. Concentre-se no que gera mais valor 
Para lidar com o acúmulo de tarefas e funções, mais que eficiente, é preciso ser eficaz. O eficiente faz as coisas de maneira correta, o eficaz faz as coisas certas, as que agregam mais valor para o cliente e, consequentemente, para o negócio.

9. Delegue 
Saiba o que pode e deve delegar e para quem. Não se esqueça de que delegar não significa largar na mão de outra pessoa, você ainda continua responsável pela conclusão da tarefa.

10. Elimine o que não precisa ser feito
Pergunte-se: Por que faço isso? Preciso fazer tudo o que faço?

 Os aumentos mais fáceis e significativos de produtividade surgem da redefinição da tarefa, em especial, da eliminação daquilo que não precisa mais ser feito. Em serviços, o foco tem de estar no desempenho. O desempenho é a conjugação de qualidade e quantidade e o aumento de produtividade requer que se atue sobre ambas.

 

 

Ligia Crispino é fundadora e sócia-diretora da Companhia de Idiomas e do ProfCerto. Formada em Letras e Tradução/Interpretação pela Unibero, possui cursos em Marketing de Serviços pela FGV; Gestão de Pessoas pelo Ibmec; Branding e Inteligência Competitiva, ambos pela ESPM; Business English em Boston. É analista quântica e dá palestras sobre comunicação, ensino, gestão de negócios e pessoas. Ligia escreve mensalmente para o VAGAS Profissões

 

Independentemente do método, escola ou professor, existem alguns fatores que aceleram o aprendizado do estudante de inglês.  

 

Como pouca gente aprende a estudar, vale a pena repassar de forma bem simples algumas teorias de aprendizagem que podem ajudá-lo a acelerar o processo.
 
De forma geral, é importante manter sempre uma atitude positiva para o aprendizado, ou seja, buscar conteúdos e mídias dos quais você gosta para aprender um pouco todos os dias. O prazer – e uma certa disciplina – levam ao hábito, e ele leva ao domínio do idioma. 
 
Veja a seguir 5 segredos para impulsionar o seu aprendizado da língua inglesa:
 
1) Aprendemos quando fazemos perguntas
Por quê? Exercitar a capacidade de fazer perguntas é uma ótima técnica para aprender, pois você sai da posição de ouvinte, da passividade, e interage com o conteúdo. 
Dica: Sempre que estudar inglês, faça uma pergunta. Mas quem vai responder? Se tiver um professor, ele. Se não tiver, pergunte para aquele amigo que é fluente, consulte sites de sua confiança. Aos poucos, você terá uma grande rede de pessoas e fontes ajudando você a dominar o idioma. Quem precisa de dinheiro para aprender quando se tem amigos, interesse e disciplina? 
 
2) Aprendemos quando enxergamos significado 
Por quê? Não há espaço para explicar o conceito de heurística (mas você pode pesquisar a respeito, se quiser). Vale dizer, no entanto, que o seu cérebro precisa encontrar um porquê para dar comandos à memória e criar o hábito de aprender. Então, responda para você mesmo, com sinceridade: por que você estuda inglês?
Dica: É fácil encontrar desculpas para não investir em inglês – como a clássica "falta de tempo". Mas e se amanhã a sua empresa disser que você tem 6 meses para dominar a língua, porque será promovido e transferido para Nova York? De forma mágica, você certamente encontrará tempo, vontade e disciplina para isso. Então, por que não dar significado a esse aprendizado agora? Imagine que você só tem seis meses para ir morar no exterior. Estabeleça metas, identifique como, onde e como gosta de estudar em inglês e…comece!
 
3) Aprendemos quando organizamos as informações
Por quê? Você pode aprender com qualquer detalhe da rotina se souber captar, armazenar e consolidar conteúdos. Por exemplo, você quer ampliar seu vocabulário, é importante atenção a palavras que você lê no noticiário todo dia. Em cinco minutos lendo artigos de negócios, é possível encontrar expressões como joint venture, split, swaps cambiais, commodity e stakeholders. Você sabe mesmo o que essas palavras significam?
Dica: Sempre que se deparar com qualquer palavra em inglês que não conheça, abra seu bloco de notas, cole a palavra lá, com a frase em que ela estava. Assim que puder, busque o significado, criando seu próprio glossário. E releia o glossário periodicamente.
 
4) Aprendemos quando nos aprofundamos
Por quê? Profundidade é essencial para a retenção. Por isso, vá além do superficial se não quiser deixar a informação passar e ser esquecida no fim do dia. 
Dica: Colocou uma palavra nova na lista, com a frase onde ela foi encontrada? Agora, mesmo que mentalmente, crie uma pequena história, integre o aprendizado a outros contextos. A dica aqui é aplicar a informação nova. Se puder ensinar a outra pessoa o que acabou de aprender, melhor ainda. Que tal já encontrar um aluno para suas descobertas?
 
5) Aprendemos quando diminuímos a carga cognitiva
Por quê? De forma bem resumida e simples, o conteúdo tem de ser relativamente fácil, mas sempre trazer um pouco de desafio.
Dica: Não se imponha conteúdos muito complexos, porque você pode desanimar. Se estiver em uma escola de idiomas, não fique em uma turma que fala muito melhor que você. Isso pode comprometer sua autoestima e você pode não ter a coragem de se expor. Por outro lado, nunca fique em turmas muito abaixo do seu nível. Você não perceberá que desacelerou o ritmo e vai gostar do conforto de saber tudo. Sua carreira não pode esperar. Um pouco de desafio precisa existir sempre.Click to edit your new post…
Escrito por Rose Souza. Publicado em 25/11 na coluna semanal da Exame.com. Editado por Rose Souza para o blog da Companhia de Idiomas 

Rosangela Souza é fundadora e sócia-diretora da Companhia de Idiomas e ProfCerto. Graduada em Letras e Tradução/Interpretação pela Unibero, Business English na Philadelphia, USA.Rosangela Souza é fundadora e sócia-diretora da Companhia de Idiomas e ProfCerto. Graduada em Letras e Tradução/Interpretação pela Unibero, Business English na Philadelphia, USA.
Especialista em Gestão Empresarial com MBA pela FGV e PÓSMBA pela FIA/FEA/USP.  Desenvolveu projetos acadêmicos sobre segmento de idiomas, planejamento estratégico e indicadores de desempenho para MPMEs. Colunista do portal da Catho Carreira & Sucesso, RH.com e Exame.com.   Professora de Técnicas de Comunicação, Gestão de Pessoas e Estratégia na pós graduação ADM da Fundação Getulio Vargas/FGV.


E se você quer se aprofundar neste assunto, fale com a gente. A Companhia de Idiomas tem professores que vão até a sua casa ou empresa. Fale com: roselicampos@companhiadeidiomas.com.br 

 

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