Sabe quando você está em uma reunião, com todos falando em português, e aquele especialista em marketing digital fala: “Temos que investir em inbound marketing. Uma estratégia é você escrever um ebook com free download, criando uma landing page, com o objetivo de gerar leads.” 

Se você entendeu tudo, parabéns! Se quer entender, este artigo é para você. Veja a seguir 6 expressões em inglês muito importantes para profissionais de marketing:

To run an inbound marketing campaign
Significa conduzir uma campanha de inbound marketing, isto é, aquela que visa conquistar a atenção do target (público alvo) com conteúdo relevante, com informação – e não com promoção de serviços ou produtos. Um blog ou um ebook com temas de interesse do consumidor são exemplos de inbound marketing. Quem escreve ganha credibilidade, quem lê ganha informação.

To create a landing page
Criar uma landing page, literalmente, significa criar uma página de aterrissagem, ou uma página de destino. Por exemplo, se você quer baixar um ebook gratuitamente, é provável que ao clicar em download você tenha de preencher um formulário, ou uma landing page. Se você colocar seus dados, eles disponibilizam o ebook, e captam mais um lead (um contato) de alguém que se interessa pelo tema.

To generate leads
Gerar contatos ou gerar oportunidades. O mais comum é ouvir “gerar leads”. Como vimos no exemplo anterior, ao pedir que o consumidor preencha uma landing page para obter um ebook, a empresa capta mais um lead para sua base.

To retarget
Significa algo como “mirar novamente no alvo". Hoje é possível ver o histórico de navegação de alguém na web. Se um consumidor fez uma busca por passagem aéreas, a empresa pode mirá-lo novamente (no alvo, no target) e impactá-lo com uma comunicação dirigida a esse interesse do consumidor. 

To increase paywall subscribers
Um dos desafios da sua área pode ser aumentar o número de assinantes (subscribers) por paywall. Paywall, ou “muro de pagamento”, nomeia a estratégia de cobrar pelo acesso a conteúdos digitais, como vemos em alguns jornais. O primeiro jornal a cobrar por alguns conteúdos foi o norte-americano The New York Times.

Benchmark reports
São relatórios de avaliação comparativa. Hoje os termos benchmark/benchmarking já estão incorporados nas empresas. Quer dizer, em linhas gerais, observar, interagir e aprender com outras empresas – concorrentes ou não. Fazer benchmarking é sair do ambiente interno, olhar o mundo, interagir com pessoas e trazer inspiração para a sua empresa.

Quer consolidar o que aprendeu? Reveja os termos e pense em marcas que usam essas estratégias. E não se esqueça de ensinar o que aprendeu hoje para alguém.

Escrito por Rosangela Souza. Publicado em 28/10/16 na coluna semanal da Exame.com. Editado por Rosangela Souza para o blog da Companhia de Idiomas.  


Rosangela Souza é fundadora e sócia-diretora da Companhia de Idiomas e da ProfCerto. Também é professora de técnicas de comunicação, gestão de pessoas e estratégia no curso de Pós-Graduação ADM da Fundação Getulio Vargas.

E se você quer se aprofundar neste assunto, fale com a gente. A Companhia de Idiomas tem professores que vão até a sua casa ou empresa. Fale com: 

Se você quer fazer um curso numa universidade estrangeira, é provável que tenha que apresentar essays. São redações que os candidatos têm de escrever como parte do processo seletivo (application) para estudar no exterior.
 

 

Uma das redações é a carta de motivação ou personal statement. Trata-se de um texto muito pessoal, escrito em inglês pelo estudante sobre algum tema escolhido por ele ou pela universidade. 
 
É fato que as comitês de admissão geralmente colocam mais peso no histórico escolar e nos resultados do aluno. No entanto, as universidades mais seletivas recebem candidaturas de vários bons alunos com resultados e notas semelhantes.
 
Então, elas usam o essay, juntamente com recommendation letters (cartas de recomendação) e extracurricular activities (atividades extracurriculares) para descobrir o que diferencia os candidatos talentosos.
 
É fundamental começar a escrever com bastante antecedência. Se você chegar perto demais da deadline (data limite) para inscrição no processo seletivo, a qualidade do seu texto pode sofrer. 
 
Vamos a mais dicas?
 
1) Lembre-se de que o primeiro passo é fazer um brainstorming. Iniciar o essay pode ser a parte mais difícil de todo o processo. Então escreva tudo, sem julgamento inicial, sobre sua personalidade e defina seus pontos fortes. Seja específico;
 
2) Considere as seguintes sugestões para o texto: 
a) O que o diferencia? Você tem interesses, personalidade e uma experiência única. Esta é a chance de contar a sua história (ou pelo menos parte dela);
b) Descreva um personagem fictício, uma figura histórica ou um artista que tenha grande influência em sua vida e descreva de que forma ela o afeta;
c) Descreva uma experiência na sua vida que ilustre como você pode ajudar na diversidade da comunidade universitária;
d) Escreva sobre algo que é importante para você. Pode ser sobre uma experiência, uma pessoa, um livro, qualquer coisa que tenha impactado a sua vida;
e) Não faça apenas uma narração. Ao falar sobre suas experiências, é fundamental descrever o que você aprendeu com ela;
 
3) Deixe o seu primeiro rascunho “rolar”. Serão necessários vários testes até se chegar ao resultado desejado;
 
4) Desenvolva o seu texto em três partes:
a) Introduction (Introdução): um parágrafo que introduz seu essay
b) Body (Corpo): vários parágrafos explicando a ideia principal com exemplos
c) Conclusion (Conclusão): um parágrafo que resume e conclui o essay e mostra claramente por que você deve ser escolhido
 
5) Seja criativo na forma como apresenta os fatos, use recursos de linguagem, fuja do padrão, do texto formatado. Não invente e nem dê respostas baseadas nos vários guias que são facilmente encontrados por aí. Autenticidade é um diferencial;
 
6) Peça feedback. Mostre seu rascunho para a família, amigos e professores. Pergunte se ele faz sentido e se o que está escrito se parece com você. Considere as opiniões de todas as pessoas e faça alterações. No entanto, o texto tem de ser de sua autoria. Leia atentamente depois de fazer os ajustes sugeridos;
 
7) Tente, sempre que possível, começar as sentenças em primeira pessoa do singular (Eu);
 
8) Demonstre seu interesse pela área que deseja estudar. Você não precisa saber tudo sobre ela, afinal, é exatamente para aprender que você quer ser admitido;
 
9) Relate apenas as experiências de trabalho que sejam relevantes à sua área de estudo;
 
10) Qualidade é melhor que quantidade. Use sentenças curtas e objetivas. As desnecessariamente longas podem entendiar os avaliadores. Não seja repetitivo. Cite aprendizados apenas um vez. Um exemplo bem dado é suficiente.
 
Erros a evitar
 
Para finalizar, vale tomar muito cuidado com os seguintes tópicos gramaticais:
 
1) Verbos make e do. Eles são muito usados para falar de nossas experiências e aprendizados. Veja mais sobre a diferença entre eles.
 
2) Falsos cognatos, ou seja, palavras em inglês e português que se parecem na grafia, mas que têm significados diferentes. Um verbo que aparece em essays é o intend(pretender), que não pode ser confundido com pretend (fingir). Descubra mais sobre o tema.
 
3) Tempos verbais, principalmente porque você descreverá fatos que já ocorreram e usará muitos verbos no passado. 
 
4) Concordância entre sujeito e verbo, em especial quando estão separados.
 
5) Verbos usados como sujeitos nas frases têm de estar no gerúndio. No exemplo"Learning something new is not scary", learning é sujeito para o verbo is. Em português, o verbo fica no infinitivo.
 
6) Preposições. Não se esqueça de que os verbos após preposições precisam ser usados no gerúndio. Algumas que podem ser necessárias em essays e comumente aplicadas indevidamente:
 
To be responsible for
To look forward to
To learn from
To focus on
Independent of
To depend on

Escrito por Lígia Crispino. Publicado em 25/10 na coluna semanal da Exame.com. Editado por Lígia Crispino para o blog da Companhia de Idiomas.

Lígia Velozo Crispino, fundadora e sócia-diretora da Companhia de Idiomas e do ProfCerto. Graduada em Letras e Tradução pela Unibero. Curso de Business English em Boston pela ELC. Coautora do Guia Corporativo Política de Treinamento para RHs e autora do livro de poemas Fora da Linha. Colunista dos portais RH.com, Vagas Profissões e Revista da Cultura. Organizadora do Sarau Conversar na Livraria Cultura.

E se você quer se aprofundar neste assunto, fale com a gente. A Companhia de Idiomas tem professores que vão até a sua casa ou empresa. 
Fale com: 
roselicampos@companhiadeidiomas.com.br

Muita gente leu meu último artigo e quis desenvolver o tema. Quando isso acontece, fico feliz, pois entendo que estou escrevendo sobre algo relevante, que está em nossas mentes e corações. Se você não leu o artigoFracasse Cada Vez Melhor, talvez seja bom ler antes desse. Mas se não quiser, tudo bem!

Fizemos duas reflexões sobre como lidar com erros e sensação de fracasso, e hoje vamos explorar um pouco mais, também com situações e sentimentos do dia a dia. Não gosto da palavra nunca, mas vou usá-la duas vezes neste artigo.

Churchill já dizia: o sucesso é ir de fracasso em fracasso sem perder o entusiasmo” – se sua autoestima é naturalmente baixa, se você se considera menos rico, menos bonito, menos magro, menos inteligente, menos qualquer coisa que as pessoas da sua idade, da sua empresa, da sua família… seu desafio é não se comparar com ninguém. Liste suas escolhas, o que quer ser e conquistar, em qual velocidade, e siga seu caminho.

Tem gente que chega mais rápido ao topo de uma montanha e descobre que não curtiu a viagem. Tem também gente que dá dez passos em direção ao topo, acha meio puxado, diz que está super ocupado com outras coisas e volta – e faz isso todos os dias, desistindo ao menor sinal de dificuldade. No final da vida, o que importa mesmo é o quanto você curtiu sua jornada. Será mesmo que há algum lugar para se chegar? Será que tudo não passa de padrões sociais que você pode ou não seguir?

Em tempos de Economia Colaborativa, vejo que há padrões que estão mudando. Então, nunca se considere um fracassado. Se sua autoestima é naturalmente alta, se você se considera mais rico, mais bonito, mais magro, mais inteligente, mais qualquer coisa que as pessoas da sua idade, da sua empresa, da sua família… Seu desafio é não se comparar com ninguém. Seus resultados são fruto de uma série de fatores favoráveis, não exatamente da sua genialidade.

Sim, você tem méritos, mas provavelmente também teve chances. Quanto mais você se considerar o máximo, menos pessoas você terá ao seu redor. E quando descobrir a verdade, a decepção será grande, ou você continuará aquele cara do item 1, dizendo que a culpa não foi dele. Então, nunca se considere um gênio.

E, como disse no artigo anterior, talvez o maior exercício seja desenvolvermos uma visão mais contemplativa da vida. O professor de yoga que nos atende na Companhia de Idiomas sempre diz, no meio da aula: não se apegue a sensações agradáveis (para não viciar nelas, talvez)  e não tenha repulsa a sensações desagradáveis (elas podem ser a fonte que precisamos para crescer).

Faz sentido para você como faz para mim?
 

 
Rosangela Souza é fundadora e sócia-diretora da Companhia de Idiomas e ProfCerto.Graduada em Letras e Tradução/Interpretação pela Unibero, Business English na Philadelphia, USA.
Especialista em Gestão Empresarial com MBA pela FGV e aluna do Pós-MBA da FIA. Desenvolveu projetos acadêmicos sobre segmento de idiomas, planejamento estratégico e indicadores de desempenho para MPMEs. Colunista do portal da Catho Carreira & Sucesso, RH.com e Exame.com.   Professora de Técnicas de Comunicação, Gestão de Pessoas e Estratégia na pós graduação ADM da Fundação Getulio Vargas.

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