Professor,
Quando foi a última vez que conversou com seus alunos a respeito do desenvolvimento deles?

Na próxima vez que o fizer, lembre-se que um feedback eficaz deve ser:

[CORTAR]- ORIENTADOR: ou seja, deve dar um encaminhamento para que o aluno possa melhorar, independentemente do seu grau de conhecimento e seu desempenho;

– PERSONALIZADO, isto é, elaborado para cada aluno com base em seu nível e nas suas possibilidades;

– MOTIVADOR, no sentido de apontar o que o aluno já atingiu e também o que ele deve fazer para continuar progredindo;

– ABRANGENTE, tratando de trazer para a discussão aspectos relacionados ao conteúdo produzido pelo aluno e não somente focalizar aspectos formais da língua;

-RESPEITOSO para com o trabalho do aluno, levando em consideração o seu esforço e tempo alocado por ele na execução da tarefa, além de considerar a imagem do aluno frente ao grupo;

– INTERATIVO, já que através da interação com o aluno pode-se negociar os instrumentos a serem trabalhados e os objetivos a serem alcançados de forma realista;

– REGISTRADO, na medida do possível, registrar o feedback, constituindo um diálogo com o aluno a respeito da tarefa e do encamimhamento (a ser) proposto.

Estamos dentro de um universo de trabalho altamente tecnológico, competitivo e imparcial: Ou você se encaixa, ou está fora. Hoje, para profissionais que estão empregados, é considerado um desafio manter-se no trabalho, devido aos altos números de concorrentes. Para isto, é preciso estar preparado, é preciso estar pronto para as adversidades. Quanto se deve saber? Quais competências é preciso ter? O que podemos fazer?

Vemos hoje profissionais com um histórico acadêmico excelente: conhecimento teórico, estudos realizados na área que desejam atuar. Mas isto já não é mais o bastante: Hoje, uma experiência de trabalho tem alto valor.

[CORTAR]O conhecimento é o único bem que nunca poderá ser tirado de nós, e sempre poderá nos trazer outros bens, sejam eles materiais ou não. Por este motivo, o saber é imprescindível, sendo a cada dia insuficiente o que já sabemos, ou seja, sempre é preciso aprender mais. Aprender não só o que gostamos, mas também o que é relevante para a sociedade, pois poderemos servir e trabalhar com base neste saber.

O profissional de hoje precisa mostrar o que tem. Precisa colocar em evidência seus pontos em destaque, aquilo no que ele é realmente bom. Desta forma, surge naturalmente uma característica exclusiva do profissional – Muitas organizações estão buscando profissionais com conhecimentos específicos. Um professor que entende de negócios, por exemplo, se diferencia no mercado de trabalho.

A carreira profissional não é fácil. Por isso, precisamos estar dispostos a aprender mais, inovar, criar, ouvir, planejar e buscar desafios: eles nos fortalecem e nos ensinam na prática!
Vamos Lá?

Larissa Araujo
Companhia de Idiomas

A polêmica que gira em torno da palavra Saudade vem de longa data. Em inglês, o verbete citado anteriormente, pode ser entendido como miss (sentir falta) ou ainda homesick (sentir-se triste por estar longe de casa e da família). Provavelmente existem diversas outras traduções, mas nenhuma delas têm a capacidade de substituir a palavra saudade com a mesma carga semântica. Posto isso, realmente não há um cognato perfeito. A saída, obviamente, é sempre usar o bom senso e buscar uma palavra com sentido aproximado para a situação.

De acordo com uma lista feita a partir da opinião de mais de 1000 tradutores profissionais, a palavra saudade, em português, é a 7ª palavra mais difícil de traduzir. A lista considera palavras de todos os idiomas. Confira abaixo o ranking:

[CORTAR]1. “Ilunga” (tshiluba) – uma pessoa que está disposta a perdoar quaisquer maus-tratos pela primeira vez, a tolerar o mesmo pela segunda vez, mas nunca pela terceira vez.

2. “Shlimazl” (ídiche) – uma pessoa cronicamente azarada.

3. “Radioukacz” (polonês) – pessoa que trabalhou como telegrafista para os movimentos de resistência o domínio soviético nos países da antiga Cortina de Ferro.

4. “Naa” (japonês) – palavra usada apenas em uma região do país para enfatizar declarações ou concordar com alguém.

5. “Altahmam” (árabe) – um tipo de tristeza profunda.

6. “Gezellig” (holandês) – aconchegante.

7. Saudade (português)

8. “Selathirupavar” (tâmil, língua falada no sul da Índia) – palavra usada para definir um certo tipo de ausência não-autorizada frente a deveres.

9. “Pochemuchka” (russo) – uma pessoa que faz perguntas demais.

10. “Klloshar” (albanês) – perdedor.

Fonte: English Experts

Por André Moragas

Faz algum tempo escrevi sobre a “tara por feedback” que existe hoje nas corporações. A ideia inicial não era discutir a importância da comunicação entre chefes e subordinados, mas alertar para o exagero no qual esse tema estava se transformando. Isso inclui a vida pessoal – depois do texto publicado muita gente veio me contar que já recebeu feedback da mulher, do filho, em situações cotidianas e até por desempenho sexual. Ou seja, de fato o exagero anda reinando no mundo dos “feedbackianos” (não resisti ao neologismo).

[CORTAR]Mas o que me preocupou é que muita gente também me escreveu defendendo a importância dessa prática e afirmando que, se não fossem esses momentos de feedback programado, nunca receberia um elogio do chefe (lembrando que o feedback programado, segundo os consultores do tema, tem sempre que ressaltar os pontos fortes do profissional e apontar as “oportunidades de melhorias”. Consultor que se preza nunca fala em “pontos fracos”, mas isso é assunto para outro post).

Confesso que fiquei intrigado com essa “carência de elogios” relatada nos e-mails e me pus a pensar sobre o assunto com um pouco mais de calma. Logo me veio à cabeça uma frase que já ouvi muito na infância, adolescência e que continuo ouvindo. A famosa: “foi só elogiar…” e demais variações, proferidas sempre depois que alguém faz alguma coisa errada e tinha acabado de receber um elogio. O pessoal mais supersticioso acredita até que “é melhor não elogiar”, pois basta fazer isso para alguma coisa desandar. Atire a primeira pedra quem nunca pensou isso quando, por exemplo, entrou em um engarrafamento monstruoso e tinha acabado de falar bem da fluidez do tráfego. Geralmente vem logo um “putz, por que eu fui falar?”.

A verdade óbvia é que os momentos de vitórias e de fracassos, de coisas boas e ruins, de bons resultados e trapalhadas imensas, de acertos e erros são cíclicos durante toda a nossa vida. Dessa forma, é claro que não é o elogio que influencia ou gera um problema logo adiante. Desculpem-me novamente os mais supersticiosos, que neste exato momento leem o texto se benzendo, fazendo sinal da cruz e dando três pulinhos enquanto beijam um pé de coelho e colocam um pé de arruda atrás da orelha.

No entanto, sabedor desse segredo, conclui-se que faz uma diferença enorme a falta de um bom elogio. E até mesmo o adiamento desse. Isso porque, como todo ser humano que se preze, todos nós somos implacáveis na hora de apontar as falhas e não abrimos mão de dar “aquela bronca bem dada” quando algo dá errado. Muito menos pensamos em adiar o esporro, mesmo que seja por alguns minutos. A reação é praticamente automática, visto que somos treinados para isso desde a infância pelas broncas dos nossos pais. Detalhe: alguns ainda ouviam a famosa frase “não fez mais que a obrigação” quando tirava notas altas. Quase que um adestramento canino.

Já o elogio só acontece se sobreviver a infinitas barreiras do “se”. Se a pessoa estiver no momento perto de você, se o seu humor permitir um elogio naquele momento, se você tiver tempo para isso, se o telefone não tocar na hora e você esquecer, e toda a sorte de acontecimentos, por mais banais que sejam, que possam fazer com que aquele momento passe. E aqui também vale o ensinamento do adestramento canino: se o elogio não sai na hora certa, muitas vezes a pessoa elogiada não consegue fazer a ligação entre o fato e a ação, e o elogio acaba ficando sem sentido.

O grande problema é que, como os momentos de altos e baixos de qualquer profissional são cíclicos, como já comentei, o elogio também perde o sentido quando adiado e afrontado com alguma falha do mesmo profissional. Outro dia fiz um exercício para comprovar essa tese. Depois de fazer um elogio a uma pessoa da minha equipe pelo excelente trabalho, fiz questão de enviar um email reforçando o que tinha falado. E guardei o texto para ler ao primeiro deslize daquele profissional.

Dito e feito. Algumas semanas depois, o mesmo profissional cometeu uma falha que valeria uma boa conversa no pé do ouvido. Mas, antes de fazê-lo, abri e li novamente a mensagem de elogio. Primeira certeza: se não tivesse enviado aquela mensagem a tempo, ela nunca seria escrita. Segunda certeza: diante da frustração da falha do profissional, uma breve sensação de arrependimento pela mensagem me passou pela cabeça (lembrem-se de que estamos mais treinados para as broncas). Terceira certeza: adotaria daqui para frente o costume de enviar mensagens de elogios, mesmo que o transmitisse pessoalmente, para deixar registrado esses momentos de vitória. Tanto para mim quanto para o meu funcionário.

Só para fechar a história, no lugar de um e-mail registrando a bronca, que acreditava ter que enviar a esse funcionário, repassei novamente a mensagem de elogio de semanas atrás com a seguinte frase: “tenho certeza de que essa falha de hoje não vai impedir que novos e-mails desse tipo sejam escritos no futuro”.

Fonte: O Globo

Há alguns dias participei de uma palestra do professor Eugênio Ferrarezi, promovida pela revista Gestão RH, sobre como nossa mente pode nos sabotar, ou seja, como nós podemos sabotar o que “queremos” para nossa vida. Incrível como a neurociência começa a comprovar hoje o que muitos pesquisadores “alternativos” já sabiam. Em 20 anos dirigindo uma empresa, participei do sonho de muita gente. Alguns, conseguiram realizá-los, outros estão a caminho, e outros estão sempre recomeçando, sem entender porque “algo sempre acontece” , impedindo-os de realizar o que planejaram. Eugênio cita uma pesquisa da Catho que mostra que, de 16.207 executivos demitidos em um determinado período, 22% o foram por incompetência técnica, ou seja, não estavam realizando bem as suas funções. E 66% foram demitidos por questões comportamentais . Ego maior que a empresa, falta de ética, problemas de relacionamento com seus pares e líderes, inveja e competição excessiva são apenas algumas razões. Um dia preciso escrever sobre isso!

[CORTAR]Mas hoje quero escrever sobre aqueles que conseguem o que querem. O que eles têm em comum? O que os melhores professores da Companhia de Idiomas têm em comum? O que os melhores alunos fazem que os outros não fazem? E profissionais da administração de uma empresa? Como é que garçons de uma grande rede de restaurantes, nossos clientes, conseguem excelentes resultados em seus cursos de idiomas, quando alguns alunos executivos de outras empresas têm progressos lentos?

Não há uma receita, até porque são pessoas muito diferentes entre si, com estilos e comportamentos até antagônicos. E isso é ótimo, pois não precisamos nos “enquadrar” a nenhum padrão – podemos respeitar a nossa essência. Mas eles nos ajudam a refletir sobre o que realmente estamos fazendo com a nossa vida. Alguns têm desculpas para não conseguir, outros encontram meios. É claro que o assunto daria alguns livros, mas, para começar, percebo três características em todos esses profissionais com os quais convivi e convivo, testemunhando sucesso.

Disciplina – começar algo e terminar, planejar, organizar bem o tempo e as tarefas do dia, fazer todos os dias algo cujo resultado será só “a longo prazo”… Disciplina, para mim, é escolher fazer algo que nem sempre é agradável , mas cujo resultado você realmente quer. Sair da internet e fazer uma atividade física, diminuir o tempo da atividade física e ligar para a mãe, ou para aquela tia. Desligar a TV e ler um livro. Ou fechar o livro e brincar com seu filho. Ou deixar um pouco o filho e namorar mais. Acho que não há certo ou errado, há escolhas e consequências. A disciplina ajuda a escolher não só o que gostamos mais de fazer. Pense na razão pela qual você não realiza o que planeja. Está se sabotando ou precisa de mais disciplina?

Paixão – professores que preparam suas aulas com paixão, alunos que estudam no trânsito, funcionários que fazem “um pouco a mais” em momentos críticos, professores que compartilham suas aulas e experiências com outros. Ir fundo, não ficar na superfície, observando e criticando, como se criticar fosse sinal de inteligência. Pensar em soluções é. Os apaixonados realizam, apesar das condições desfavoráveis. Os medíocres não realizam, apesar das oportunidades que têm. Quando estamos apaixonados, queremos fazer o bem àquela pessoa, ajudar, temos boa vontade constante, queremos fazê-la feliz. Acho que precisamos nos apaixonar mais pelas nossas carreiras, e por nós mesmos! Se você está há muito tempo anestesiado, sem vontade de fazer algo melhor do que já fez, é hora de repensar se não está no lugar errado. Tenho uma professora no MBA ds FGV, Paulette Alberis Alves de Melo, que diz que todos temos muitos talentos. Só falta encontrar o lugar certo para exercê-los. Se você não está exercendo-os, encontre seu lugar.

Coragem – medo de se posicionar e não ser amado, medo de dizer algo desagradável e… não ser amado, medo de se expor e não ser perfeito, medo de , medo de. Goethe já dizia que quando seu talento encontra a sua coragem, o universo conspira a favor. Essa mesma professora que citei, a Paulette, diz: “vá na direção do seu medo”. Tem medo de aprender um idioma, ser promovido, ganhar dinheiro e se perder depois? Medo de ser o melhor professor de uma escola? Medo de se destacar e depois não “atender as expectativas”? Esse medo pode não ser conhecido por você, mas seu comportamento pode denunciá-lo.

E como descobrir um pouco mais de tudo o que está dentro de nós? Desligue tudo (agora leva mais tempo, pois há tantos aparelhinhos…) , todo dia um pouquinho, busque o silêncio, e pense sobre você (não é sobre o que vai fazer no dia seguinte, ou sobre alguém: é sobre você) – o que faz, o que acredita, o que quer de verdade) . Para simplesmente parar tudo , é também preciso disciplina, paixão e coragem!

Rosangela F. Souza (Rose) é sócia-diretora da Companhia de Idiomas há 20 anos e especialista em Gestão Empresarial pela FGV – MBA.

Steve Kaufmann é um ex-diplomata canadense que fala 11 idiomas. Em um de seus podcasts ele diz como fez para aprender todos (Na época do texto, ele “só” falava 9)

Eu aprendi nove idiomas. Eu sempre me divirto explorando uma nova linguagem. Eu não temo o novo idioma. Eu não tenho medo de cometer erros ou parecer estranho. Eu me sinto feliz quando eu consigo me comunicar em um novo idioma. É interessante aprender como outras culturas dizem as coisas. É uma aventura imitar novos sons. Eu me sinto como se eu fizesse parte de uma outra cultura ao menos parte do tempo. Se você encarar o seu aprendizado de Inglês como uma aventura você irá se divertir bastante. Se você se interessa por isso você irá empregar o tempo necessário para avançar de forma rápida.

[CORTAR]Eu não posso superestimar a importância da atitude. Mas sua atitude tem uma influência determinante na forma com que o seu cérebro cria as redes neurais necessárias para se falar bem o inglês. Pesquisas científicas mostraram que uma pessoa pode mudar as ligações cerebrais apenas pela força de vontade! Você precisa estar determinado a avançar. Você precisa estar disposto a agarrar as oportunidades. Encare o aprendizado de idiomas como uma aventura que lhe trará grandes recompensas. Mas garanta a você mesmo o tempo necessário para aproveitar essa aventura. Se você fizer isso você irá se soltar e fazer grandes progressos. Depende apenas de você.

Mas força de vontade e atitude positiva não serão o bastante. Você vai precisar de muita exposição ao Inglês. Eu não me refiro ao estudo de gramática em livros ou respondendo questões artificiais. Ou até mesmo passar tempo em conversas com nativos do idioma ou em conversas em clubes de conversação. Você precisa enriquecer o seu Inglês. Para isso é necessária muita exposição, muito input.

Você precisa ouvir todos os dias. Você precisa ler todos os dias. Você precisa escutar e ler conteúdos em Inglês que sejam interessantes ou familiares para você. Este constante input é necessário para fortalecer as ligações responsáveis pelo aprendizado do Inglês em seu cérebro. A maioria das pessoas que estão estudando Inglês não ouve e lê o necessário. Algumas passam apenas uma ou duas horas por semana em contato com o idioma. Isso não é o bastante. Você precisa estar em contato com o idioma ao menos uma ou duas horas por dia!

Atualmente, você tem rádio, TV, MP3 players, Minidisk players, CD players, audio-books, e a Internet. O inglês está em todos os lugares. Escolha ouvir coisas que você gosta. Ouça coisas do seu interesse. Não importa se você está interessado (a) em comida ou finanças, carro ou computadores, hobbies ou história, viagens ou negócios, esportes ou ciência. Reserve um tempo para ouvir e ler em Inglês sobre assuntos que façam sentido para você. Se o conteúdo é interessante e familiar, você irá aprender de forma mais eficiente.

Fonte: English Experts


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