Você já começou a se preparar para os mega eventos que acontecerão no brasil – copa do mundo 2014 e olimpíadas 2016?

O Brasil vai receber dois grandes eventos nos próximos anos, a Copa do Mundo 2014 e os Jogos Olímpicos 2016. O país todo está se preparando estruturalmente para receber pessoas do mundo inteiro e uma das maiores preocupações será a comunicação em diferentes idiomas.

[CORTAR]Apesar de ser muito conhecido pela sua hospitalidade, o Brasil também deve desenvolver suas habilidades de línguas, principalmente para receber eventos de tamanha proporção. Além de toda a infra-estrutura necessária para os atletas e turistas, as pessoas envolvidas direta ou indiretamente também precisarão estar prontas para o desafio de relacionar-se adequadamente com este público altamente exigente.
Serão pessoas do mundo inteiro aqui no Brasil, consumindo e visitando, e quem pensa que falar portuñol com esses clientes e turistas será aceitável e produtivo, está enganado. Ter pessoal capacitado para falar e compreender o Espanhol, é muito apreciado pelos clientes e pode refletir positivamente nas vendas e na imagem do País.

Nos próximos 4 anos, a procura de cursos rápidos de idiomas vai crescer e uma dica é escolher línguas que são bastante difundidas e utilizadas, como o inglês e o espanhol. Você sabia que o espanhol é a 4ª língua mais falada no mundo? O idioma perde apenas para o Inglês, o Mandarim e o Hindu.
Por isso, mãos à obra! É importante começar a estudar o idioma o quanto antes, participar de cursos especializados em vendas e negociação, e já se manter atualizado das oportunidades que as empresas, redes hoteleiras, restaurantes, lojas e etc. oferecem. Certamente haverá oportunidades para todos que começarem desde já a aprender idiomas.

Conhecer outras línguas é um bem adquirido para a vida toda. No caso do idioma Espanhol, ainda existe uma outra vantagem para o Brasileiro: O crescimento do mercado Latino-Americano e a liderança cada vez maior do Brasil no continente, o que exige cada vez mais dos profissionais a aptidão de atender, negociar e vender em bom Espanhol.

Durante uma negociação, por exemplo, dominar o idioma transmite credibilidade e segurança à pessoa com quem se está negociando. Além disso, existem peculiaridades de cada nação, no momento da negociação; Uruguaios e Argentinos, por exemplo, apreciam a necessária proximidade profissional, no decorrer do processo de negociação. Os Uruguaios, durante as reuniões, preferem cores sóbrias para a apresentação do vestuário profissional. O Argentino é um negociante firme, de presença, perfil internacional e aberto para o mundo, porém muito apegado a suas tradições e cultura.

Já os Venezuelanos, costumam agir de maneira bastante informal. Uma dica é não se ofender com a quantidade de palavrões durante uma reunião, já que faz parte da cultura local. Já os Colombianos e os Mexicanos, no extremo oposto, mantêm um ambiente bastante formal e apreciam as cerimonialidades. No Chile, uma particularidade é a necessidade que o Chileno tem de conhecer a casa de seu parceiro de negócio, para desenvolver maior confiança e fechar um negócio. Os Espanhóis, podem ser duros na negociação, sendo necessário ter paciência e estar bem preparado e disposto a neutralizar inflexibilidades. Como via de regra, na América Latina, é bom saber que uma reunião que começa com “Usted”, sempre deve finalizar com “Tu”, para sair negócio.

Curiosidades como estas, podem fazer a diferença para quem está aprendendo uma nova língua, pois aproxima o idioma da vida real, faz compreender melhor por que as palavras são faladas de determinadas maneiras, sotaques e gírias, facilitam o aprendizado e tornam o aluno cada vez mais interessado.

A carreira nas alturas
Dificuldades com o idioma passam a incomodar cada vez mais os profissionais do mercado, que lotam cursos de reciclagem em português e comunicação

Adriana Natali, Revista Língua Portuguesa

A água está no joelho dos profissionais do mercado. As debilidades na formação em língua portuguesa têm alimentado um campo de reciclagem em português nas escolas de idiomas e nos cursos de graduação para pessoas oriundas do mundo dos negócios. A disciplina de Português Instrumental emerge na graduação de cursos da área de negócios. Várias escolas de idiomas têm ampliado o número de cursos de língua portuguesa para brasileiros que percebem a necessidade de atualização.
O que antes era restrito a profissionais de educação e comunicação, agora já faz parte da rotina de profissionais de várias áreas. Para eles, a língua portuguesa começa a ser assimilada como uma ferramenta para o desempenho estável. Sem ela, o conhecimento técnico fica restrito à própria pessoa, que não sabe comunicá-lo.

[CORTAR]- Embora algumas atuações exijam uma produção oral ou escrita mais frequente, como docência e advocacia, muitos profissionais precisam escrever relatório, carta, comunicado, circular. Na linguagem oral, todos têm de expressar-se de forma convincente nas reuniões, para ganhar respeito e credibilidade. Isso vale para todos os cargos da hierarquia profissional – explica Maria Helena Nóbrega, professora de língua portuguesa da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, da USP.

Indicadores
A crescente valorização do domínio do idioma no mercado de trabalho vem sendo apontada por diferentes indicadores. Em 2007, uma pesquisa realizada pela Johnson O’ Connor Research Foundation em conjunto com um doutor em linguística, Paul Nation, professor da Victoria University of Wellington, na Nova Zelândia, comprovou que o uso eficiente da língua influi na carreira profissional. Segundo o estudo, feito em 39 empresas americanas, a chance de ascensão profissional está diretamente ligada ao vocabulário que a pessoa domina. Quanto maior seu repertório, mais competência e segurança ela terá para absorver ideias e falar em público.

– Ou seja, hoje em dia, saber um segundo ou terceiro idioma é pré-requisito para se conseguir bom emprego ou promoção, mas muita gente se esquece de que o domínio da língua materna pode ser o diferencial para a sua valorização – diz a coordenadora pedagógica do Centro de Ensino Fisk, Vera Laurenti Bianchini.

A competência comunicativa garantiria potencial para ampliar a “empregabilidade” de um profissional. Desde o processo de seleção, as empresas buscam pessoas que saibam comunicar-se com clareza e poder persuasivo. Nas dinâmicas de grupo, além de habilidades de relacionamento e liderança, os selecionadores verificam a capacidade comunicativa do candidato.

– Pequenos deslizes (evitar contato visual com os ouvintes, gesticular em excesso, apresentar problemas de dicção ou vocabulário limitado) podem ser fatais e pretexto para a pessoa não ser contratada. Algumas empresas solicitam redação e, pelo texto, avaliam a argumentação daqueles que pretendem representá-las no mercado – diz a professora da USP.

Procura
O fraco domínio da língua pode ser uma barreira, ao manter contato com clientes por telefone ou e-mail; ao escrever relatórios e fazer apresentações no trabalho; na preparação para concursos e vestibulares. Mas pode ser resultado direto da mera vontade de retomar os estudos, compreender melhor o que lê e escrever com mais clareza.

A percepção de que a deficiência do idioma é crescente parte do próprio mercado, que enche as salas de aula de português para brasileiros. A escola de idiomas Fisk oferece o curso “Português sem Tropeços” desde o segundo semestre de 2008 e hoje atende a mais de 5 mil alunos em todo o país. Foi a valorização da língua materna por empregadores o que levou a escola a identificar a necessidade da criação desse curso.

– Embora os empresários busquem quem fala idiomas estrangeiros, o profissional não pode descuidar da própria língua. Quem não tem o domínio dela não vai dominar outros idiomas e será malvisto nas entrevistas de trabalho – explica a professora Vera Bianchini.

O foco do curso de Vera é o esclarecimento de dúvidas comuns aos falantes brasileiros e, consequentemente, o aprimoramento das habilidades de escrita e de expressão oral. De acordo com a coordenadora pedagógica do Centro de Ensino Fisk, o curso não se restringe nem à redação nem à gramática. A gramática é explicada de modo contextualizado dentro do panorama profissional para que os alunos pratiquem a língua culta oralmente e, desse modo, tornem-se mais confiantes ao se expressarem. Além disso, exercícios de leitura e de vocabulário possibilitam a expansão do conhecimento lexical dos alunos, contribuindo para o desenvolvimento da habilidade de escrita deles.

Dúvidas
Outra escola, a Companhia de Idiomas, oferece, há dez anos, cursos em empresas, atendendo a demandas detectadas pelos departamentos de Recursos Humanos (RH) ou solicitações de profissionais. O antigo curso de reciclagem hoje é chamado oficina de comunicação.

– Quando a solicitação vem da direção ou do RH da empresa, muitos alunos não querem dispor do tempo que têm para estudar português. Se dermos o nome de curso de português, eles não enxergam como algo importante para a carreira. Lembram-se das aulas de português da escola, da gramática complexa do idioma. Há muitos alunos que não gostam de estudar gramática. Por isso, é importante explicar tudo com clareza e envolver a equipe que precisa desse tipo de treinamento para que comprem a ideia, e vejam as vantagens que conquistarão – afirma Lígia Velozo Crispino, professora da Companhia de Idiomas, que atende a cerca de 150 alunos no curso.

O público de Lígia é formado, principalmente, por profissionais da área de vendas, compras, marketing e gestores em geral, em que a interação com pessoas é maior. Língua pediu a ela que listasse os problemas com o idioma típicos de profissionais do mercado (as indicações, detalhadas pelo colunista e consultor de Língua Josué Machado, compõem os quadros desta página).

Aprimoramento
As aulas são focadas nas necessidades do aluno. Se o aluno quiser melhorar sua comunicação oral, o foco maior das aulas será para esta habilidade. Caso o desafio seja a comunicação escrita, ele deverá fazer exercícios extraclasse. As apostilas são exclusivas, com base nas informações coletadas em reunião para mapeamento de necessidades e expectativas do cliente, aliado ao resultado detectado no teste inicial para diagnóstico das áreas de atenção. Em casos em que a comunicação oral é crucial, são desenvolvidos vídeos para que o aluno possa observar o próprio desempenho.

Erros de grafia e concordância, vícios de linguagem e uso inadequado de vocabulário são comuns. Mas isso não é justificativa que desfaça a má impressão causada por falha cometida num atendimento a cliente, em uma entrevista de emprego ou em quaisquer outras situações.

– No geral, notamos grande dificuldade em concatenar ideias e construir um texto coerente e coeso. Alguns alunos tendem a repetir palavras e expressões, demonstrando falta de vocabulário; outros constroem parágrafos muito curtos ou muito longos (sem que isso seja questão de estilo, mas falta de conhecimento da estrutura do texto). Em termos gramaticais, são comuns dúvidas sobre crase, pontuação, concordância verbal e nominal. É grande também a confusão causada pelas novas regras do Acordo Ortográfico – explica Vanessa Prata, professora da Companhia de Idiomas.

Dificuldades
Já Vera Bianchini, da Fisk, afirma que, na escola, há pessoas que se antecipam e decidem fazer o curso espontaneamente. Há outras que só tomam consciência de suas dificuldades quando passam por uma experiência negativa e comprometem sua imagem ao não conseguir se expressar adequadamente.

Para Maria Helena da Nóbrega, da USP, embora a divulgação de questões idiomáticas ainda esteja restrita à gramática normativa, analisada só como manual de etiqueta para situações formais de uso da língua, as maiores dificuldades situam-se na organização textual: falta de clareza, coesão e coerência, impossibilidade de defender a posição com argumentação convincente.

– Tropeços redacionais revelam pouca familiaridade com a estrutura do texto escrito e no geral decorrem de pouca leitura. Afinal, como se aprende a escrever? Tudo indica que a leitura é uma fonte que não pode ser desprezada: ler, ler, ler. Além disso, praticar a escrita é importante. Finalmente, exercitar o que escritores experientes nos ensinam: escrever é reescrever. Sem releitura atenta há grande chance de insucesso na produção textual – conclui.

Confira os principais “tropeços” da língua no site da revista.

Por ser uma língua tão parecida com o português, o espanhol tem muitos falsos cognatos (os heterosemánticos), aquelas palavras que se parecem muito ou são até iguais na escrita ao português, mas que tem significados diferentes.

O texto abaixo traz de maneira bem divertida vários heterosemánticos que estão com a tradução em português ao lado.

[CORTAR]La Presunta Abuelita

Había una vez una niña que fue a pasear al bosque. De repente se acordó (lembrou-se) de que no le había comprado ningún regalo (presente) a su abuelita. Pasó por un parque y arrancó unos lindos pimpollos (botões de rosa) rojos (vermelhos). Cuando llegó al bosque vio una carpa (barraca) entre los árboles y alrededor unos cachorros (filhotes) de león comiendo carne. El corazón le empezó a latir (bater) muy fuerte. En cuanto (assim que, depois) pasó, los leones se pararon (ficaram em pé) y empezaron a caminar atrás de ella. Buscó algún sitio (lugar) para refugiarse y no lo encontró. Eso le pareció espantoso. A lo lejos vio un bulto que se movía y pensó que había alguien que la podría ayudar. Cuando se acercó vio un oso (urso) de espalda. Se quedó en silencio un rato (momento) hasta que el oso desapareció y luego (depois), como la noche llegaba, se decidió a prender (colocar) fuego para cocinar un pastel (bolo) de berro (agrião) que sacó del bolso (sacola). Empezó a preparar el estofado (cozido) y lavó también unas ciruelas (ameixas). De repente apareció un hombre pelado (careca) con el saco (jaqueta, paletó) lleno de polvo (pó) que le dijo si podía compartir la cena con él. La niña, aunque (embora) muy asustada, le preguntó su apellido (sobrenome). Él le respondió que su apellido (sobrenome) era Gutiérrez, pero que era más conocido por el sobrenombre (apelido) Pepe.

El señor le dijo que la salsa (molho) del estofado estaba exquisita (saboroso) aunque un poco salada (salgado). El hombre le dio un vaso (copo) de vino y cuando ella se enderezó (se levantou) se sintió un poco mareada.

El señor Gutiérrez, al verla borracha (bêbada), se ofreció a llevarla hasta la casa de su abuela. Ella peinó su largo (comprido) pelo (cabelo) y, agarrados del brazo, se fueron rumbo a la casita del bosque.
Mientras (enquanto) caminaban vieron unas huellas (pegadas) que parecían de zorro (raposa) que iban en dirección al sótano (porão) de la casa. El olor de una rica salsa llegaba hasta la puerta. Al entrar tuvieron una mala impresión: la abuelita, de espalda, estaba borrando (apagando) algo en una hoja, sentada frente al escritório (escrivaninha). Con espanto vieron que bajo su saco asomaba una cola (cauda) peluda. El hombre agarró una escoba (vassoura) y le pegó (bateu em) a la presunta (suposta) abuela partiéndole una muela (dente molar). La niña, al verse engañada por el lobo, quiso desquitarse (descontar) aplicándole distintos golpes.

Entre tanto (Enquanto isso), la abuela que estaba amordazada, empezó a golpear la tapa (tampa) del sótano (porão) para que la sacaran de allí. Al descubrir de dónde venían los golpes, consiguieron unas tenazas para poder abrir el cerrojo que estaba todo herrumbrado (enferrujado). Cuando la abuela salió, con la ropa toda sucia de polvo, llamaron a los guardias del bosque para contarles todo lo que había sucedido.

Por Adir Ferreira do Dicas de Espanhol (revisado pelo Professor Ray Pérez)

Que aprender a pensar em outro idioma não é apenas um processo mental: é uma habilidade que depende da respiração, coordenação motora, oxigenação do cérebro e velocidade do pensamento? Como exemplo ilustrativo, podemos analisar a célebre frase “The book is on the table”, cujo significado em português é “O livro está sobre a mesa”. Compare a quantidade de letras das duas frases – 19 letras em inglês e 20 letras em português – e compare também a quantidade de sílabas – 6 em inglês e 10 em português! Levando em conta a respiração, a frase em português é mais longa, pois possui mais sons (sílabas), do que a sua versão em inglês. Se coordenarmos o pensamento com a linguagem, certamente teremos que pensar mais rapidamente para falar em inglês, pois a frase é falada em menos tempo (sílabas). E essa mudança de velocidade de fala e pensamento é o que mais dificulta o desenvolvimento da competência de aprender a pensar em inglês, pois será necessário alterar um condicionamento antigo e acelerar a velocidade do próprio pensamento. Source: idph.net
[CORTAR]___________________________________
Did you know that learning to think in another language is not just a mental process. It is an ability that depends on respiration, motor coordination, ventilation in the brain, and the speed of thought? As an illustrative example, we can analyse the famous sentence “The book is on the table” which means “O livro está sobre a mesa”, in Portuguese. Compare the number of letters in the two sentences – 19 letters in English and 20 in Portuguese. Also compare the number of syllables – 6 in English and 10 in Portuguese! Taking respiration into account, the sentence in Portuguese is longer, since it has more sounds (syllables) than the English version. If we coordinate thought with language, we certainly have to think more rapidly to think in English since the sentence is spoken in less time (fewer syllables). And this change in the speed of speaking and thought is what is most difficult in developing competency in learning and thinking in English, since it is necessary to alter an old conditioning and accelerate the speed of one’s thoughts.
Translated into English by: Mary Ziller

Improve your writing skills

FEV 22, 2011 BY VANESSAPRATA NO COMMENTS POSTED UNDER: DICAS DE APRENDIZADO, IN ENGLISH, INGLÊS
If you have difficulty in writing or just want to improve your writing skills, take a look at the site http://grammar.about.com. It contains information about business writing, grammar, punctuation, composing sentences, paragraphs and essays, figures of speech and many other tips.

[CORTAR]Here you are ten tips from the site to improve your writing:

1.Lead with your main idea.
As a general rule, state the main idea of a paragraph in the first sentence–the topic sentence. Don’t keep your readers guessing.

2.Vary the length of your sentences.
In general, use short sentences to emphasize ideas. Use longer sentences to explain, define, or illustrate ideas.

3.Put key words and ideas at the beginning or end of a sentence.
Don’t bury a main point in the middle of a long sentence. To emphasize key words, place them at the beginning or (better yet) at the end.

4.Vary sentence types and structures.
Vary sentence types by including occasional questions and commands. Vary sentence structures by blending simple, compound, and complex sentences.

5.Use active verbs.
Don’t overwork the passive voice or forms of the verb “to be.” Instead, use active verbs in the active voice.

6.Use specific nouns and verbs.
To convey your message clearly and keep your readers engaged, use concrete and specific words that show what you mean.

7.Cut the clutter.
When revising your work, eliminate unnecessary words.

8.Read aloud when you revise.
When revising, you may hear problems (of tone, emphasis, word choice, and syntax) that you can’t see. So listen up!

9.Actively edit and proofread.
It’s easy to overlook errors when merely looking over your work. So be on the lookout for common trouble spots when studying your final draft.

10.Use a dictionary.
When proofreading, don’t trust your spell checker: it can tell you only if a word is a word, not if it’s the right word.

Keys to Excellent Speaking

FEV 22, 2011 BY LUIGI ALMEIDA NO COMMENTS POSTED UNDER: DICAS DE APRENDIZADO, IN ENGLISH
Listening Is The Key

To get English fluency, you must have a lot of understandable repetitive listening. That is the
ONLY way. To be a FANTASTIC English speaker, you must learn English with your ears, not with
your eyes. In other words, you must listen. Your ears are the key to excellent speaking. [CORTAR]
What kind of listening is best? Well, it must be understandable and must be repetitive. Both of
those words are important– Understandable and Repetitive.

If you don’t understand, you learn nothing. You will not improve. That’s why listening to English TV
does not help you. You don’t understand most of it. It is too difficult. It is too fast.
Its obvious right? If you do not understand, you will not improve. So, the best listening material is
EASY. That’s right, you should listen mostly to easy English. Most students listen to English that is
much too difficult. They don’t understand enough, and so they learn slowly. Listen to easier English,
and your speaking will improve faster!

Understanding is Only Half The Formula.
Understanding is not enough. You must also have a lot of repetition. If you hear a new word only
once, you will soon forget it. If you hear it 5 times, you will still probably forget it!
You must hear new words and new grammar many times before you will understand them
instantly.

How many times is necessary? Most people must hear a new word 30 times to remember it forever.
To know a word and instantly understand it, you probably need to hear it 50-100 times!
KRISTIN DODDS, JOE WEISS AND A. J. HOGE

Colaboração: Professor José Maria de Oliveira

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